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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Mini Biblioteca



Estes são alguns dos livros preferidos do kirikou e que depois de muito ler e reler aconselho vivamente a todos os pequeninos. Os livros são sempre óptimos amigos e uma paixão para se cultivar de pequenino. Os livros fazem parte do nosso ritual da "hora da caminha" e são também um excelente entretém quando vamos comer fora. E sim, isto é conversa de pais com esperança de vir a ter um filho que goste de ler. Apesar de a minha irmã me ter ensinado que mesmo as crianças que não acham piada aos livros e que suspiram desanimadas quando lhes oferecem um livro podem vir a ser as mais fervorosas leitoras. Isso ou terem umas irmãs muito insistentes...


P.S. Fico feliz por ver que 30 anos depois o meu filho se regala com as aventuras do mesmo Bolinha que fez as delícias da mãe!




quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Toddler

def. to walk unsteadily.

photo by louis!


E eis que cansado de percorrer a casa a quatro patas... Aos 13 meses, o kirikou perdeu o medo e confiante deu os primeiros passos. No espaço de uma semana passou de pequenos trajectos para corridas incessantes. Rejeitando por vezes a ajuda, como quem diz: mamã eu sou capaz! E lá vai ele à vida dele. Com muitos tombos e algumas cabeçadas, mas sem perder a confiança. Sempre com este ar de pequeno zombie. Braços esticados, prontos para amparar a queda. E os pais babados por verem as pequenas conquistas como quem vê o primeiro homem a pisar a lua. Um pequeno passo para a humanidade, um grande passo para nós!


sábado, 26 de outubro de 2013

O ritual do cinema

Com esta história de responder positivamente ao apelo do relógio biológico surgem alguns danos colaterais esperados mas cuja verdadeira dimensão só é apreendida quando se vivem os factos. E o facto é....não vamos ao cinema há precisamente 72 dias, 4 horas e 33 minutos!!! (bom talvez esteja a exagerar na precisão, mas foi mesmo há 72 dias!). E nestes momentos pensamos: será que vale mesmo a pena ir ao cinema? Temos aqui um sofá tão bom e um écran com sistema de som impecável (graças a mim, claro, mas que agora pia baixinho por causa do rebento...), temos quase todos os filmes que queremos ver, temos as pipocas à distância de um micro-ondas e não precisamos de lutar contra o sono quando queremos adormecer. Sim sim sim, é tudo muito bom MAS....não é cinema caramba! Penso que todo o charme do dito "ritual" consiste no conceito de "ir", de sair de propósito para ver um filme. Combinarmos com os amigos, encontrarmo-nos para vermos em conjunto um filme para depois discutirmos amigavelmente ou furiosamente a prestação dos actores e do realizador. Para uns dizerem que superou as expectativas, para outros dizerem que não sabem como os convenceram a ir ver aquela treta de filme. Para rir em conjunto, gozar com quem chorou e comentar que o Hulk nunca esteve melhor do que na pele do Mark Ruffalo. Enfim, penso que ainda existem argumentos para justificar sair do sofá e ir gastar dinheiro para entrar numa sala obscura cheia de gente que come pipocas de boca aberta (vá esta última parte era dispensável)!


VS


Vá Ella, o rebento está farto de crescer, acho que está na altura de deixar o dito em casa das avós sedentas de miminhos e ir rapidamente matar saudades do nosso ritual!

Ps:  Por acaso o Thor novo estreia já na próxima semana, só "naquela"............

Louis

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Sophie chegou à família



La petite Sophie la Girafe acabou de chegar a nossa casa para delírio do mini-moi que já tenta imitar-lhe os guinchinhos, e dos cães que estão indecisos entre cobri-la de lambidelas ou dar-lhe cabo do pescoço. Vamos ver como se irá safar nesta pequena selva.
A pequena Sophie é famosa, tem 52 aninhos e uma história engraçada.


terça-feira, 1 de outubro de 2013

It Takes a Village to Raise a Child


Mini pianistas,
foto tirada pelo B. com a Canon'zinha do Louis.


Tal como uma relação não se resume a duas pessoas, educar um filho não se resume aos pais. Ter uma família com quem podemos contar, rodear-nos de pessoas que querem o nosso bem e cuidam de nós é um bem maior de incomensurável valor a preservar. Temos a sorte de viver rodeados de um família assim. Não só aquela que nos calhou pela força do sangue, mas também aquela que escolhemos, os amigos. Agradecemos a todos o carinho que nos têm dado. Do mais profundo do nosso coração. 


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Para acabar a semana...

Com um sorriso na cara!
Afinal, apesar da nuvem cinzenta que paira no ar, hoje é um dia muito especial...
A nossa petite pricesse faz 2 anos!

Parabéns Banana!

Os padrinhos têm muita pena de não poder estar aí para te dar muitos beijinhos nessas bochechinhas fofas fofas!




terça-feira, 23 de julho de 2013

De filha para mãe

Na foto Jane Birkin.

A minha mamã fez anos ontem. Penso que daqui a um ano o meu filho me vai chamar mamã. Penso nas coisas que aprendi com ela. Penso nas coisas que lhe quero ensinar a ele. Penso nas coisas que vivemos juntas. Penso nos grandes dias. Penso nas pequenas alegrias. Nas pequenas conquistas. Nos pequenos nadas. Penso nos dias cinzentos. Em como gostava que tivesse a vida que merece. Nos sacrifícios que fez por nós. Penso em como contornou sempre as adversidades. Em como as superou. Sei que nem sempre foi feliz. Sei que abdicou de muitas coisas por nós. Sei que nunca se arrependeu. Sei que foi fiel a si própria. E o preço que teve de pagar. Sei que somos o Mundo dela. Mas nunca nos prendeu a ele. Penso muito nisto. Ser mãe é isto. E muito mais...

A minha mamã é a mulher que eu mais amo.
A única capaz de me irritar.


terça-feira, 9 de julho de 2013

Dos bons momentos



Dizem-me que o melhor trimestre da gravidez já passou, que a partir de agora é uma exponencial de mau estar que culmina em rezas e suplicas para que esta criança saía daqui. A verdade é que, depois dos quatros primeiros meses de dores de estômago constantes, temos sido muito felizes juntos. Apesar de todos os efeitos secundários dispensáveis desfrutamos felizes a companhia um do outro. O dia corre mal, o dia corre bem, nunca estou sozinha. Tenho alguém que me lembra constantemente que tudo é relativo. Sabe bem.
E se um dia o tempo me fizer esquecer tudo o resto, lembrar-me-ei apenas do quão bom era sentir o meu pequeno mini-moi no seu movimento tosco de quem se sente de dia para dia mais apertado. Lembrar-me-ei do sorriso maravilhado do Pai perante este gratificante bailado. Lembrar-me-ei do ar surpreso das avós, das tias e dos amigos com as suas acrobacias nada tímidas. Finalmente percebo porque só se partilham maravilhas sobre a gravidez... Já ninguém se lembra. Na memória só ficam guardados os bons momentos.


terça-feira, 21 de maio de 2013

O nome

Na foto Robert Redford.

O nome é algo importante. Não nos define. Mas é um cartão de visita. A escolha não é fácil. Primeiro mamã e papá têm de chegar a acordo e isso nem sempre é fácil. No nosso caso, quase impossível. Primeiro porque o papá não gosta de nenhum dos nomes que a mamã gosta. Segundo porque o papá também não tinha qualquer ideia. A mamã gostava que tivesse algum significado. Não que lhe fosse dar um nome abominável de um antepassado perdido no tempo, mas que tivesse um significado para nós. E quando finalmente papá e mamã chegam a um consenso vem o momento de o comunicar aos familiares e amigos. Como se não bastasse a negociação para se chegar a mútuo acordo, toda a gente tem uma opinião. Mesmo antes de sabermos o sexo já uns gostavam, outros torciam o nariz. Não ponhas isso vão gozar com o miúdo/a na escola! Se alguém sabe o que é isso, sou eu. Sobrevivi e gosto muito do meu nome. Epá, todos os tipos/as que conheço com esse nome são uns parvos da pior espécie. Isto é um argumento à la horóscopo... "Todos os Capricórnios são teimosos." E não gostas mais de...? Epá, não. Não é um nome exótico, nem sequer fruto de inspiração divina e comparando com algumas  exuberantes conjugações de dois nomes até bastante desinteressante. Não o estamos a chamar de Carloto, Miquelino, Ambrósio, Pancrácio (sem ofensa para nenhum portador destes nomes) por isso penso que não é preciso chamar a Entidade Protectora dos Bons Nomes. Certo? E se fosse menina, era tal e qual a mesma coisa. Pelo menos sendo rapaz livramo-nos do Heeeee isso é nome de bicho! Fica para a próxima (ou não, acho que ainda é um pouco cedo para garantir uma segunda volta neste carrocel mágico!). Se gostam mais ou menos, é como tudo na vida. C'est la vie! Tenham um filho ponham-lhe o nome que quiserem e bem entenderem que eu também cá estarei para opinar.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Em tons de azul




Independentemente de ser menino ou menina a cor do quarto do mini-moi será sempre azul, a nossa cor preferida. Como somos apaixonados pelo mar, desde que vimos este o livro Mar que estamos apaixonados pelas ilustrações do André Letria. Acho que vão ficar muito giras no quarto do mini-moi... Difícil será escolher!








terça-feira, 16 de abril de 2013

Baby rooms

Ainda andamos longe de pensar muito no quarto do mini-moi mas algumas ideias já foram surgindo. Das minhas passeatas pela blogosfera tenho me cruzado muito com aquilo que penso ser a nova moda no que toca a baby rooms... Quartos cinzentos. Desde um cinzentinho leve até ao preto. Confesso que não me cativa minimamente. Alguns acho engraçados e até bonitinhos, mas não seria a minha escolha para o quarto do mini-moi. Confesso que acho triste, deprimente, cansativo e não rima com Infância. Infância é alegria, é sonhos e fantasia.

E vocês o que acham?




Agora o que eu acho muito engraçado é ter uma parte da parede forrada com ardósia.
Na fase em que decidimos escrever por todo o lado a minha mãe forrou uma parede do meu quarto com papel de cenário e ainda hoje o tenho guardado todo rabiscado!
Ou então assim... Atrás de uma porta...

domingo, 14 de abril de 2013

Quando decidiste começar a dar notícias


Foto da autoria do meu iphonezinho.

Foi então que escolheste o concerto do Uri Caine ao lado da orquestra Gulbenkian sobre direcção da maestrina Joana Carneiro para que os papás nunca se esquecessem de quando começaste aos xutos e pontapés. Pequenino e com bom gosto. Isso ou estavas aliviado com o fim das peças da Andreia Pinto Correia...

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Menino ou menina? Parte II














Enquanto não sabemos o sexo do pequeno mini-moi, as pessoas vão dando palpites e sugestões de coisas engraçadas e altamente sofisticadas cientificamente que permitem saber o sexo sem margem para dúvidas. A última foi esta... O calendário chinês! Espectacular, basta cruzar a idade da mãe na altura da concepção com o mês da mesma e CHARANNNNN.... No nosso caso menina. O que deixou a minha mãe muito irrequieta e a fazer contas de cabeça. E agora quem terá razão: a agulha ou os chineses?

Deixo-vos o link, experimentem e digam lá de vossa justiça.

PS. Este post tem o patrocínio da Menina dos Lápis-de-cor que fez chegar até mim esta pérola de sabedoria oriental.

terça-feira, 26 de março de 2013

Das histórias que ficam por contar


Pregnant Meryl Streep with her mom.


Há dias, enquanto lanchava com a BB* ela dizia-me: É engraçado, antes era raro falares de ti no blog, agora parece que tens necessidade de partilhar aquilo que estás a passar e a sentir.
É verdade. Não porque tenha uma visão romântica da maternidade ou porque ache que comigo se está a passar algo de único. Pelo contrário. Para mim é um milagre. Assim como foi para a minha mãe e para todas as mulheres que desejaram e desejam ser mães.
Escrevo porque a mim não me contaram esta história. Assim como também nunca me contaram a história da cegonha. Nunca me reservaram muitos mistérios sobre a ciência ou a magia da maternidade. No entanto, apesar de saber todos os pormenores sobre o meu parto, a minha mãe nunca me contou muito sobre experiência que hoje sinto e vivo. Não a culpo, talvez já não se lembre ou não queira lembrar. Ouvi dizer que existe um hormona muito boa para isso. Ou talvez, porque também um dia queira ser avó.
Escrevo porque um dia os meus filhos terão filhos, ou não, e talvez eu também já não seja capaz de lhes contar esta história.
Ou então, talvez sejam as hormonas.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Afinal o Tio Patinhas tem uma sobrinha



Nas compras...

Ella: Olha aqui... Diz lá que não é giro?
Louis: É.
Ella: Posso levar? Posso?
Louis: Se queres leva. Então, não vais levar?
Ella: Sabes quanto é que este pedacinho minúsculo de tecido que vai durar um mês custa?! Temos panos do pó maiores que isto!

Ao almoço...

Belle-mère:  No que diz respeito a carrinho a X andou a fazer um estudo de mercado para comprar o dela e chegou à conclusão que o Y é o melhor.
Ella: E quanto custa o Y?
Belle-mère: Custa 900 e tal euros.
Ella: E já vem com o bébé ou babysitter!?
Belle-mère: Vem com o ovinho e a alcofa.
Ella: Não vai acontecer... A minha chefe vendeu o Opel Corsa dela por 700 ou 800 euros e era um carro a sério, tinha motor. Deve estar aqui qualquer coisa errada...

Não. Aparentemente sou eu. A única pessoa errada sou eu. Esta coisa da maternidade fez-me perceber o quão forreta eu sou. Eu que quando foi do casamento pensei que certas coisas passavam o limite do razoável, percebo hoje que a Família, essa Instituição, é o maior negócio de sempre. Isto sim, é inflação. Bom, nada como nos começarmos a preparar psicologicamente pois mais tarde ou mais cedo vamos mesmo ter que pensar na compra do carrinho, da cadeira para o carro e num sem fim de outras coisas que este pequeno brinquedo vai precisar de muitos acessórios e são todos vendidos em separado. Com paciência vamos falando com os amigos e os amigos-dos-amigos e vamos percebendo o que é ou não importante,  o que é imprescindível ou supérfluo, onde podemos poupar e onde vale a pena investir mais uns trocos.
Razão tem o meu sogro: há que rentabilizar!

terça-feira, 19 de março de 2013

Teoria das Probabilidades


Johnny Depp, Vanessa Paradis & kids by Jean Marie Banier


Na primeira ecografia é mágico vermos pela primeira vez aquele pontinho minúsculo que já tem tudo para ser alguém como nós. É o nosso filho. Depois passamos semanas e semanas a imaginar como aquele pontinho se foi diferenciando e crescendo dentro de nós. Até que chega o dia de fazer a ecografia dos três meses. Enquanto por fora pouco se nota que aquele pontinho já não é um pontinho, agora é quase um pequenino ser como eu e tu. E mexe-se, mexe-se muito. Como se quisesse dizer que está feliz. Apesar de tudo o que ouvi do médico nesse dia, são esses pequenos movimentos que recordo. O bater do coração. Ver que tinha 5 dedos nas mãos e nos pés. O cérebro já com os dois hemisférios diferenciados. Os ossos do nariz (que hoje sei ser de extrema importância). O abrir e fechar a boca. O chuchar no dedo. O passar as mãos na cara. Todas essas pequenas coisas não vou esquecer. Não chorei, porque quando se está maravilhado não se chora. Sei que tu também sentiste o mesmo.
Mais tarde com as análises do rastreio bioquímico veio uma incerteza que tínhamos pensado mas não equacionado. A partir do momento em que sabemos que existe uma possibilidade de existir um pequeno ser a crescer dentro de nós, nasce um receio que se alimenta de tudo aquilo que vamos lendo e das histórias que nos contam que pode correr mal. Ao longo dos meses esse receio vai sendo abafado pelos sonhos que vamos construindo e as imagens que começam a povoar aos poucos a nossa cabeça. Quando ouvimos que aquele pequeno ser que cresce de dia para dia dentro de nós tem X probabilidade de ter uma deficiência, por mais que nos digam que os valores são perfeitamente normais e que o risco é mínimo, o nosso coração salta um batimento. Antes havia essa possibilidade, agora essa possibilidade é uma probabilidade e tem um número. E para quem é pai probabilidade não é ciência. Ciência ou é... Ou não é. Ciência não é alguém nos dizer: está tudo bem, só há X de probabilidade de estar tudo mal. No final do dia, a razão está no lado do médico que nos diz: não devemos valorizar o que não é para valorizar! E continuar... 
Uma coisa maravilhosa é que quando fecho os olhos e vejo o nosso pequenino ser pontapear o que para ele é o infinito ou chuchar no dedo, tudo fica bem. Porque se ele está bem, eu sei que nós também vamos ficar bem. A realidade é que Pai que é Pai quer o melhor para os seus filhos. Deseja o melhor para os seus filhos. E as probabilidades... São probabilidades.
A vida é um milagre. Cada vez mais me convenço disto.
Posso não saber o que vai ser de nós, o que a vida nos reserva... Sei que fiz a melhor escolha possível quando te escolhi para Pai dos meus filhos. E, apesar de todas as nossas dúvidas existências, práticas e materiais diárias e daquelas que são só tuas, eu sei que vais ser para os nossos filhos o melhor pai do mundo.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Hormonas, segunda dose

Romy Schneider



Apesar de continuar à espera do tão anunciado gloom da gravidez já tive o segundo bloom, as borbulhas. Perfeito, sim senhora! Como se não bastasse ter passado por isto uma vez na adolescência! E claro, o que é que se ouve: É um rapaz de certeza! E porquê? Porque os rapazes fazem as mães feias! Mais uma vez a ciência a dar cartas. A minha mãe ia adorar ter ouvido isto!


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Menino ou menina?













Menino ou menina? Esta é a grande questão do momento. Apesar de ainda ser muito cedo para desvendar o mistério todos querem saber os nossos desejos. Se bem que os nossos desejos têm muito pouco haver com a história. Para nós é indiferente. Nós queremos um bébé e com saudinha como se costuma dizer. Quem tem realmente desejos são as avós e ambas querem uma menina. A sogra por frustração de nunca ter tido uma e a minha mãe porque meteu na cabeça que só sabe educar  meninas.

Super Mamã (ou a mamã da pré-mamã): Então já fizeste as contas?
Pré-mamã: Já te disse que não vale a pena... Nunca sei quando é a minha ovulação, é impossível saber! Porquê? Gostavas que fosse menino ou menina?
Super Mamã: Gostava que tu soubesses o que tinhas feito. Agora assim...
Pré-mamã: Porque é normal as pessoas saberem?!
Super Mamã: Eu sabia. Quando vos fiz sabia.
Pré-mamã: E agora vais ter que te aguentar como o resto do mundo, sem saber.
Super Mamã: Bom... Então este fim-de-semana fazemos o teste da agulha e não se fala mais nisso.
Pré-mamã: Sim mãe, porque isso é tão científico!

No fim-de-semana fizemos o teste da agulha deu o mesmo para os dois... Menino. A minha mãe ficou triste mas rapidamente recuperou e foi comprar lãs a condizer com o presságio. Por mim não me importo, adoro azul e detesto o rosa pálido amaricado. Agora se for menina temo que irá abalar as convicções da minha mãe!