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sábado, 5 de outubro de 2013

Se a raposa falasse….

Fazer comédia não é fácil. Na minha opinião, a ciência do gozo, com verdadeiro empenho e esforço, pode ser elevada ao estatuto de arte, ultrapassando a barreira do mau gosto e tornando-se em algo com valor próprio e meritório…mas palavras caras para quê, vejam lá é este vídeo demente, tesourinho descoberto pela irmã Cocas da Ella:




Se isto for o próximo sucesso de Verão, vou definitivamente reservar uma noite para ir dançar isto a qualquer lado. Wa-pa-pa-pa-pa-pa-pow!!


Louis

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Amor e Arte no engenho!

Ok, admito, podem chamar-me fútil ou impulsivo, não interessa. Mas todos temos que admitir que o verdadeiro Amor pelo objecto existe. Aliás, penso que essa noção até proporciona algum conforto e esperança de que a vida não é apenas fazer e usar aquilo que é funcional, mas é também manter um certo culto pelo belo, pela boa construção, pelos objectos duradouros, em que a noção de estilo é equivalente à funcionalidade e praticabilidade desses mesmos objectos ou coisas. 
A isto chamo a verdadeira Arte, neste caso das Coisas. Claro que a arte vem com um preço e pode ser apenas pretexto para nos armarmos ao pingarelho. Mas quando existe genuíno amor existe arte, desculpem a expressão foleira! 
Isto tudo para dizer meus amigos que tive um big crush, amor à primeira vista, grande pancada ou simplesmente um flash quando esta "coisa" apareceu à frente dos meus olhos:


Vim a saber que é uma tokyobike, uma bicicleta citadina super leve e compacta, "com ênfase no conforto em detrimento da velocidade para desfrutar da cidade", segundo as próprias palavras do construtor. Para mim apenas duas palavras: Must have!!! Assim vale a pena viver…corrijo, assim vale a pena andar de bicicleta :)  

À venda no bonito Vélocité Café, com pessoal muito simpático que vende, aconselha e arranja bicicletas e um café que faz descontos aos ciclistas. Arte mes amis!













Photos by Louis / Coffee by Nespresso...

Louis.



sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Música muito boa


Não é todos os dias que apetece falar apenas de um disco. Mas, felizmente, existem excepções. Para mim, a dificuldade em descobrir o disco perfeito é o impossível desafio entre um primeiro impacto “whaaauuu”, um segundo impacto “maaaannnnnnn” e um terceiro impacto “fod........ssssssssssssss que isto é muita bom”. Traduzindo as onomatopeias pouco claras, é um equilíbrio perfeito entre originalidade, groove vs qualidade e o quanto continua interessante ao fim de uma semana a ouvir incessantemente o mesmo disco. Falo do incrível “Shadow Theater” do fascinante pianista (e mais novo do que eu uma porrada de anos....!!!) Tigran Hama...coiso. Vá, faço o esforço porque o moço merece, Tigran Hamasyan. Um jovem prodígio arménio que, pelos vistos, para além de ser um pianista explosivo é um compositor (e esteta!) do caraças. Fez um disco que não se pode dizer que seja de jazz, é sim uma mistura entre música tradicional, pop, rock progressivo e....também jazz! Vá, para os sépticos do costume, sim tem voz, não é só instrumental. Mas não se percebe nada da letra, aviso já. Têm aqui o link do spotify com o disco completo, façam um favor a vocês mesmo e ouçam isto com alguma atenção e abertura de espírito, vão ver que a viagem vale mesmo a pena!


 Já agora se gostarem mesmo comprem o disco. Viva o cd! 
Por vezes sinto-me mesmo velho...



Louis


segunda-feira, 3 de junho de 2013

2 de Junho, 1º mergulho do ano!






Nada como acordar sem despertador para um dia cheio de sol, quente e sem vento.
Ontem foi assim... Vestir o fato de banho e mergulhar... Delicioso. Nadar. Nadar. Nadar.
E que alívio para as costas desta grávida de 6 meses. Maravilhoso poder estar de novo de barriga para baixo sem o perigo de esmigalhar o meu pequenino mini-moi.
Por fim estendermo-nos ao sol e sentirmos a energia do sol a ensupar-nos a pele.
Passou um ano. E passou muita coisa. Já tinha saudades.
Hoje o despertador tocou para um dia também ele cheio de sol, mas o computador já está aberto e o pequeno-almoço já está tomado. Inspirar. Expirar. E ganhar balanço para trabalhar.

Boa semana para todos!

Ps. Adoro estes quadros da Samantha French e adorava ter um cá por casa.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Edward Hopper no Grand Palais

photo by ella

Visitar Paris implica sempre uma visita ás exposições no Grand Palais conhecidas pela maneira exemplar com que são concebidas, pela oportunidade única de ver grandes obras e pelas grandes filas (problema que se resolve ao comprar os bilhetes on-line com hora marcada). Quando lá estivemos em Novembro fomos ver a muito aclamada exposição sobre o Hopper. Edward Hopper. E se o nome não vos diz nada garanto-vos que alguns dos quadros vos irão parecer familiares. Tenho muita pena de estas exposições retrospectiva não chegarem a Portugal. É pena.
Quando falam dos seus quadros falam em solidão, falam em personagens em trânsito entre uma situação e outra, situações banais, comuns... E o que é isso que acontece entre uma coisa e outra? Não será isso a vida? A mim o que me veio à cabeça foi... Deus das pequenas coisas. E eu gosto disso. Gosto dos momentos banais, comuns e ordinários de todos os dias. Estar sozinho não implica solidão. E o que mais gosto nos seus quadros é essa possibilidade de poder inventar uma história.
Mais tarde li um artigo onde o jornalista a propósito dos seus quadro dizia:

Cada um deles é a atomização de uma imagem que faz parte de um filme mais comprido. É isso que cria emoção. Isso e a taciturnidade revelada pela pintura, essa harmonia entre o desenho, a cor, a matéria, a luz, a composição. Um género de poesia onde a banalidade se transcende pela arte. Não há procura do grandioso ou sequer do exótico. Apenas o comum, o familiar, o modesto.
Vítor Belanciano in Público, Novembro 2012



Nighthawks (1942)


Morning Sun (1952)


Room in New York (1932)


Chop Suey (1929)


New york office (1962)

E vocês o que acham?