E o cd?

E, last but certainly no least, duas composições compostas no momento. Abriu o concerto com uma dessas improvisações e depois seguiu, muito bem, ao longo de hora e meia sem aborrecimentos! Optou por deixar de lado as complicadas fugas e preferiu canções e temas mais calmos. Mas a energia não ficou de lado (é o Laginha!!), nomeadamente no 2º tema improvisado que começou e acabou com percussão no interior do piano. A vantagem de ser um (bom) compositor que toca os seus próprios temas (muito bem) é conhece-los de raiz e possuir uma grande liberdade ao interpretá-los, sobretudo tocando a solo. O resultado é uma abordagem "fresca" e uma interpretação com surpresas, que captiva o espectador até ao fim! Fica a pergunta: para quando um cd do Mário Laginha a solo e ao vivo? É que vale mesmo a pena!
LOUIS
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