domingo, 6 de julho de 2008

Um filme, cem sonhos


"No início, imaginava que as luzes da sala de cinema se apagavam para que se pudessem ver melhor as imagens no ecrã. Observei com mais atenção os espectadores comodamente sentados nas suas cadeiras e constatei que havia uma razão muito mais importante: essa obscuridade permitia a cada espectador separar-se melhor dos outros e estar sozinho, estar simultaneamente entre os outros e separado deles."

A.K.


in ABBAS KIAROSTAMI, Edição Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema

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