quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Pensatempos

 É impressionante como numa cidade com uma oferta cultural tão rica como Lisboa (música da melhor, algum cinema bom e o ballet renovado, as grandes exposições) há tão pouca procura e se mantém no galarim esta gente bacoca, espertalhona e pobre de espírito que ostenta uns três automóveis de luxo e tem duas casas de veraneio e quantas vezes mistura negócios sujos com o seu peso político. Gente com ódio à liberdade e com desdém pelo povo, excepto quando fazem discursos eleitorais.

em Ao Contrário das Ondas,
Urbano Tavares Rodrigues


Ps. O título deste post foi descaradamente plagiado desse grande cozinheiro de palavras Mia Couto.

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