terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Amadora BD



Não é de hoje, mas achei uma pena não partilhar... Aqui ficam algumas fotos da nossa breve visita ao 25º Festival de Banda Desenhada da Amadora com a atenção dividida entre as pranchas de BD e um pequenote à descoberta do mundo. Uma tradição que esperamos manter ao longo dos anos.
Para o ano não percam! Diversão para miúdos e graúdos!





















Todas as fotos são do Louis!


sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Música para o fim-de-semana




A minha amiga BB* presenteou-me com um bilhete para o concerto destes senhores...
Banda do Mar
Não conhecia, ouvi e gostei.
Enquanto aguardamos pelo concerto aqui fica em modo repeat...



Mais Ninguém,
Banda do Mar


quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Je suis Charlie


Hemingway once wrote,
"The world's a fine place and worth fighting for."
I agree with the second part.

William Somerset, in Seven (1995) by David Fincher


An Age of License


by Lucy Knisley


Então é isso?
E quando é que acaba?


Primeiro livro de 2015... An Age of License: a Travelogue, de Lucy Knisley.


segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Séries que papámos como se não houvesse amanhã



Mozart in the Jungle... Um olhar sobre a vida de uma orquestra dos seus músicos profissionais e wannabe's. Original e divertida, com a participação de grandes actores e a realização de não menos grandes cineastas!



Luther podia ser mais uma série de polícias mas não é. E não é graças ao Luther. Ele é aquele tipo que anda com ar de quem dá um enxerto de porrada ao primeiro que lhe aparece à frente mas na realidade é uma joia de moço. Luther é uma grande personagem com carisma de super herói. Impossível resistir.


domingo, 4 de janeiro de 2015

E assim chegamos a 2015

Presente de Natal do kirikou!


E assim acabaram as férias de Natal. Amanhã estamos de volta ao trabalho. De volta ás horas marcadas e aos objectivos por cumprir. Natal não sabe a férias. Sabe a corrupio social. Queremos estar com toda a gente. Com a nossa gente. Mas o tempo é sempre pouco quando estamos com a nossa gente. Sabe bem crescer e envelhecer juntos. Para o novo ano não ficaram promessas nem listas, nem objectivos. Assim também acabam as frustrações. Ficam esperanças. Esperança de me conseguir levantar mais cedo e retomar o exercício. Esperança de escrever mais. Esperança de viajar mais. Esperança de ter mais tempo para estar com a minha gente. Esperança de saber ouvir os outros mas também e sobretudo saber quando não os ouvir. Esperança de todos os dias ser uma mãe melhor, uma filha melhor, uma amiga melhor, de ser e dar o meu melhor. De dormir com a consciência que de fiz o melhor que conseguia. E isso já é muito. Muito.


quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

25 anos!? Não... Não pode ser!?


Aí pode, pode. Pode mesmo ser.
Os Simpsons ou os amarelinhos, como lhes chama carinhosamente a minha mãe, já cá andam há 1/4 de século, sem rugas e sem perder a piada. Viva os donuts e o "Gengivas Sangrentas" (não, esse por acaso até já morreu...!).



sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

As melhores coisas que a vida nos pode dar...


Angelina Jolie e filho por Annie Leibowitz.


Estar sentada no chão a calçar os sapatos e o meu filho que andava por ali entretido vem ter comigo com um enorme sorriso, abraça-me e depois vai à sua vidinha de eterno explorador. Assim do nada. Só porque sim. Só porque lhe apeteceu. Tão espontâneo como arrebatador. E fica ali a mãe enternecida com uma lágrima no canto do olho, sentada com os atacadores na mão. Confirma-se... Esta criança fez de mim uma piegas.


quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Isto promete...

Apesar de andar meio mundo a suspirar com o trailer do Star Wars (incluindo os "adultos" cá de casa) deixo-vos o trailer do mais recente filme da Pixar...


Inside Out,
Pixar 2015

Hehehe!


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Movie Night... Interstellar

Nos últimos 15 dias fomos três vezes ao cinema... UAU! Que loucura!
Se poderem não percam o Interstellar (de preferência no iMax diria o Louis), prometo que não se vão arrepender...



"Once you're a parent, you're the ghost of your children's future"

Não acredito que seja um filme consensual. Talvez porque mexa com as vivências de cada um. É um filme de pais e filhos. E desse amor. Do tempo. Do passar do tempo. Com muita, muita emoção. Mais não digo se não soam as sirenes de spoiler alert. Nós por cá adorámos. E se eu fui a medo de adormecer exausta perante três horas de filme após um longo dia de trabalho a meio da semana. Mas não, nem dei pelo tempo passar e talvez isso seja o melhor elogio. 


quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Mini Biblioteca



Estes são alguns dos livros preferidos do kirikou e que depois de muito ler e reler aconselho vivamente a todos os pequeninos. Os livros são sempre óptimos amigos e uma paixão para se cultivar de pequenino. Os livros fazem parte do nosso ritual da "hora da caminha" e são também um excelente entretém quando vamos comer fora. E sim, isto é conversa de pais com esperança de vir a ter um filho que goste de ler. Apesar de a minha irmã me ter ensinado que mesmo as crianças que não acham piada aos livros e que suspiram desanimadas quando lhes oferecem um livro podem vir a ser as mais fervorosas leitoras. Isso ou terem umas irmãs muito insistentes...


P.S. Fico feliz por ver que 30 anos depois o meu filho se regala com as aventuras do mesmo Bolinha que fez as delícias da mãe!




domingo, 23 de novembro de 2014

Por aqui já chegou o Natal


O Presépio da Playmobil é já um sucesso aqui por casa!
Infelizmente o "bébé Jesus" este ano será substituído pelo anjinho pois devido ao seu tamanho é passível de ser deglutido pelo anjinho terrorista aqui de casa!

by ella


Não somos católicos. 
Para nós o Natal é a festa da família.
É a celebração de existirmos na vida uns dos outros.
E isso é motivo de grande alegria.



quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Será este o caminho?



1984,
George Orwell


Será este o caminho das mais duras medidas na ciência, na educação, na saúde e na cultura?



sábado, 8 de novembro de 2014

Mamã, Papá e outros monossílabos e dissílabos

Apesar dos reconhecíveis mamã, papá, dá, já tá, olá, não, 99% das conversas do meu filho são em mangeriquês. Isto é, para quem se lembra, a língua do Mangerico da célebre série da minha/nossa juventude... Os amigos de Gaspar. "Ah poio soio toio gaspaio!" Pois... É isso chérie!

Para relembrar...



terça-feira, 28 de outubro de 2014

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Do amor

"Bjork and sun, Iceland", photo by Juergen Teller (1993).

Quando esperamos o nascimento de um filho é comum perguntarem-nos se estamos preparados. Preparados para a responsabilidade de educar uma criança. Preparados para as noites sem dormir, as cólicas, as birras. A falta de tempo. O fim daquela vida de apetece-me/quero/posso. Nunca ninguém me perguntou se estava preparada para deixar de ser a pessoa mais importante na minha vida. Nunca. Ninguém. Hoje percebo que esse sim, foi o maior passo que dei naturalmente e involuntariamente no dia em que fui mãe. Talvez seja essa a derradeira prova do amor oblativo. 


quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Toddler

def. to walk unsteadily.

photo by louis!


E eis que cansado de percorrer a casa a quatro patas... Aos 13 meses, o kirikou perdeu o medo e confiante deu os primeiros passos. No espaço de uma semana passou de pequenos trajectos para corridas incessantes. Rejeitando por vezes a ajuda, como quem diz: mamã eu sou capaz! E lá vai ele à vida dele. Com muitos tombos e algumas cabeçadas, mas sem perder a confiança. Sempre com este ar de pequeno zombie. Braços esticados, prontos para amparar a queda. E os pais babados por verem as pequenas conquistas como quem vê o primeiro homem a pisar a lua. Um pequeno passo para a humanidade, um grande passo para nós!


sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Livros que a mamã leu


O título deste post também poderia ser... O que consegui ler nos últimos três meses. E acreditem... Isto é muito positivo. Depois de muito tempo sem ler romances, estas minhas duas últimas leituras voltaram a reacender a chama da minha paixão pela leitura. O que não era difícil. Li também A Grande Arte (Ruben Fonseca) e a Madrugada Suja (Miguel Sousa Tavares) que nem vou perder tempo a escrever sobre eles porque souberam a pouco e confesso tive que resistir à tentação de desistir. Bem sei, bem sei que dizem que são bons livros. Mas a realidade é esta...Sou hoje uma leitora pouco paciente, não tenho disposição nem tempo para perder a ler coisas que não me apaixonam. Mesmo aqueles livros referenciados como maravilhas, se não aquecem nem arrefecem, ou se andamos muito tempo à espera daquele momento em que "agora é que isto vai ser interessante"... Esquece! Acho que neste momento é um pouco a minha atitude na vida.  Aqui ficam duas excelentes sugestões, enjoy!

Teoria Geral do Esquecimento,
de José Eduardo Agualusa

É um romance apaixonante da primeira à última página e foi direitinho para o topo da lista dos melhores romances de sempre. Adorei! Não sei se pela originalidade se por me ter feito reencontrar uma vez mais enquanto leitora. Não querendo deixar spoilers no ar, aqui fica a premissa... Sob o calor de Angola uma mulher esquecida durante 30 anos num apartamento vê pela janela de sua casa cozinhar-se a independência de um País. 


Enquanto Lisboa Arde, O Rio de Janeiro Pega Fogo,
de Hugo Gonçalves

Este livro foi-me oferecido pela minha irmãzinha após a sua temporada no Rio de Janeiro. Ela gostou tanto do livro que com o seu à vontade e descontracção acabou por contactar o escritor para o entrevistar. Um livro actual e tão leve como a brisa de uma tarde de verão. Uma história carnavalesca sobre alguém que foge de um país que se arruina de dia para dia para começar do zero uma vida nova, uma página em branco num país em ebulição. Se por vezes a história fica aquém das espectativas, a narrativa supera-as.

sábado, 4 de outubro de 2014

Ode aos transportes públicos e seus frequentadores habituais

by me!

Coisas que as pessoas fazem em público e que só deveriam fazer em privado...

Arranjar as unhas no comboio e ver pedacinhos de unha saltar para o banco da frente.
Besuntar o corpo dos filhos com protector solar no metro a caminho da escola.
Descascar uma maçã com um canivete suíço em plena hora de ponta do metro.
Fazer a limpeza profunda da fossas navais e posterior deglutição... O clássico!

As pessoas nunca nos param de surpreender!
Estes são apenas alguns exemplos da memorabilia que tenho recolhido.
Intimidade, alguém ainda sabe o que é isso?

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

La Crêperie da Ribeira



Depois das férias, os primeiros fins-de-semana por Lisboa têm sido de novas rotinas, uma nova casa com ainda muito por arrumar e o desfrutar de novos espaços da nossa cidade. Num sábado cheio de sol e depois de uma ida à piscina com o Kirikou fomos em boa companhia experimentar a La Crêperie da Ribeira. Um óptimo sítio para matar as muitas saudades dos crêpes bretões. Para começar optamos por testar o clássico de queijo, fiambre e ovo, e para terminar caramel au beurre salé... Tudo delicioso! Existem muitas outras opções por onde escolher e todas muito em conta. Segundo a BB* os croissant são igualmente deliciosos mas infelizmente não ouve estômago para mais. Fica para uma próxima vez, pois iremos certamente lá voltar!















La Crêperie da Ribeira,
Rua da Moeda nº1


quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Vhils no Museu da Electricidade


Domingo passado fomos dar um passeio pela exposição do Vihls no Museu da Electricidade. Apesar de não ser muito grande, nós gostámos bastante. Está bem construída, o espaço escolhido e a organização do mesmo é excelente. E é muito interessante ver o conceito que já tanto nos habituámos a ver pela rua aplicado a outros materiais e outras técnicas. Eu trazia umas quantas peças para alegrar as paredes aqui de casa. Aproveitem a oportunidade que a exposição está prestes a terminar, vale a pena e ao contrário da maior parte das coisas na vida... É grátis!

Como é de esperar apesar das muitas máquinas fotográficas ao sairmos de casa percebemos que tudo estava sem bateria... Great! Ficaram as do iphone'zinho para contar a história!














sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Crying mummy



Basicamente é isso. Sou uma crying mummy. Desde que fui mãe sou uma choramingas. Ou quase. É no comboio ou no metro enquanto leio um livro. É com os telejornais, filmes e séries. E até mesmo, no  outro dia, enquanto assistia a uma conferência de um prémio Nobel. Enfim.. Quando dou por mim estou a fechar as mãos com força e a olhar para o tecto para disfarçar. O que é que se passa comigo? O que é que se passa com as minhas hormonas? Passou um ano, podemos voltar ao normal?! Sim?! Outras mães que me ouçam, digam-me... Isto vai passar?


segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Confissões de uma chocoholic

Hoje recebi a seguinte mensagem do Continente:

"A PENSAR EM SI: 25% desconto em Drops, Gomas e Chocolates"

A pensar em mim???
Não!
Se estivessem a pensar em mim ofereciam 25% de desconto em fruta, vegetais e naquelas bolachas que sabem a papel! Isso sim era a pensar em mim!
Meus caros não se oferece droga a um drogado...
Está mal!



Chocolatando,
Clã

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

We will always have Paris



Estou ansiosa por voltar à nossa cidade.
Estou ansiosa por percorrer a três todos os sítios onde fomos felizes e descobrir muitos outros!
Tenho saudades Paris!


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

1 ano

Foto by Louis

Passou um ano. E ainda não parece real. Sou mãe. Passou um ano desde a mais longa das noites que me aconteceu. Fui mãe. E ainda não sei como aconteceu. Revivo ao segundo essa noite. Cada pormenor, cada detalhe. Passou um ano. Não me esqueci de nada. E o que esqueci não aconteceu. Passou um ano. Fazia tudo outra vez. Não sou a melhor mãe do mundo. Sou a melhor mãe que o meu filho poderia ter. Em aprendizagem contínua. Há um ano que aprendo a viver com parte do coração fora de mim. Feliz por ter um coração que me sorri a cada reencontro. Ser mãe não me define mas é a melhor parte de mim.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

by me!


Muito se fala da depressão pós-parto... Nunca me senti deprimida mas sim, por vezes, frustrada. Frustrada por não conseguir dar a atenção que devia a isto ou aquilo. Por falta de tempo, por falta de concentração ou simplesmente por falta de disposição. Queremos fazer tudo, ou queremos fazer as coisas como antes. Antes de sermos mães. Ou pais. E vão ficando coisas pelo caminho. Queremos ser mães, pais, irmãos, filhos, netos, amigos, padrinhos. Queremos trabalhar, viajar, ler, correr, escrever, dormir... Queremos tudo. Podemos tudo. Mas em doses comedidas, com muita ginástica, algum sacrifício e força de vontade. Aprendendo a viver a vida noutro ritmo e aos poucos encontrando um novo equilíbrio.