Com esta história de responder positivamente ao apelo do relógio biológico surgem alguns danos colaterais esperados mas cuja verdadeira dimensão só é apreendida quando se vivem os factos. E o facto é....não vamos ao cinema há precisamente 72 dias, 4 horas e 33 minutos!!! (bom talvez esteja a exagerar na precisão, mas foi mesmo há 72 dias!). E nestes momentos pensamos: será que vale mesmo a pena ir ao cinema? Temos aqui um sofá tão bom e um écran com sistema de som impecável (graças a mim, claro, mas que agora pia baixinho por causa do rebento...), temos quase todos os filmes que queremos ver, temos as pipocas à distância de um micro-ondas e não precisamos de lutar contra o sono quando queremos adormecer. Sim sim sim, é tudo muito bom MAS....não é cinema caramba! Penso que todo o charme do dito "ritual" consiste no conceito de "ir", de sair de propósito para ver um filme. Combinarmos com os amigos, encontrarmo-nos para vermos em conjunto um filme para depois discutirmos amigavelmente ou furiosamente a prestação dos actores e do realizador. Para uns dizerem que superou as expectativas, para outros dizerem que não sabem como os convenceram a ir ver aquela treta de filme. Para rir em conjunto, gozar com quem chorou e comentar que o Hulk nunca esteve melhor do que na pele do Mark Ruffalo. Enfim, penso que ainda existem argumentos para justificar sair do sofá e ir gastar dinheiro para entrar numa sala obscura cheia de gente que come pipocas de boca aberta (vá esta última parte era dispensável)!
VS
Vá Ella, o rebento está farto de crescer, acho que está na altura de deixar o dito em casa das avós sedentas de miminhos e ir rapidamente matar saudades do nosso ritual!
Ps: Por acaso o Thor novo estreia já na próxima semana, só "naquela"............
Com a chegada do pequeno mini-moi ir jantar fora é complicado. Nada que não se faça, mas não com a mesma frequência. Para compensar, os almoços fora com os amigos têm sido muito tranquilos. No último domingo fomos até Campo de Ourique ao novíssimo Moules & Beer e gostamos muito. Moules-frites é um prato tipicamente Belga mas que também se encontra muito em França, e que consiste muito simplesmente em mexilhões com molho à escolha do freguês e batatas fritas. Lá por ser simples não quer dizer que não seja bom. É muito bom. Só é preciso gostar de mexilhões. E claro, à boa maneira belga, a acompanhar este prato só mesmo um boa cerveja! Aqui os apreciadores podem contar com uma grande variedade por onde escolher e degustar. O espaço é bonito, agradável, muito luminoso, e as pessoas simpáticas e atenciosas (o que infelizmente é cada vez mais raro).
Quando vamos a Paris não dispensamos uma visita ao Au Trappiste, mas para matar saudades não está nada mal. Só falta o famoso molho Roquefort...
Photos by Louis.
Preço médio por pessoa: 20€ (com entrada, moules-frites, cerveja, sobremesa (a dividir por 2) e café).
La petite Sophie la Girafe acabou de chegar a nossa casa para delírio do mini-moi que já tenta imitar-lhe os guinchinhos, e dos cães que estão indecisos entre cobri-la de lambidelas ou dar-lhe cabo do pescoço. Vamos ver como se irá safar nesta pequena selva.
A pequena Sophie é famosa, tem 52 aninhos e uma história engraçada.
Assim de repente era capaz de me lembrar de muitos filmes que queria ter visto ou ir ver ao cinema! Por enquanto vamos ser pessoas que vêm filmes em casa. Quando este estrear lá para o próximo ano já teremos regressado ao grande écran...
Aqui fica a curta animação de homenagem, realizada pelo autor da nova grandiosa versão em película (ahahah…) do Homem de Aço - Zack Znyder - que mistura quase todas as aventuras do Super, dos comics aos filmes. E, cereja no topo do bolo, temos direito aos temas musicais dos mestres John Williams e Hans Zimmer! Enjoy you little nerd!
Estou sentada e sobre o meu peito repousa um ser inocente e indefeso. Na televisão desfilam histórias de um mundo sujo, podre, perverso, frio e injusto. Um mundo tão longe do meu. Um mundo tão perto do meu. Sinto a respiração deste pequeno ser... Calma e tranquila. "Basta um pequeno erro e temos que pagar por ele a nossa vida toda!", diz a mulher sentada na poltrona. A fumar um cigarro e os olhos vazios. Passou pelo inferno na terra e ainda acha que a culpa é sua. A mente é perversa. Histórias de arrepiar. Escorrem-me lágrimas pela cara. Este mundo é nojento. Penso nos que acreditam em Deus. Mas que Deus poderia fazer alguém perder-se nesses tortuosos labirintos? Abraço-o. Aquelas palavras não me saiem da cabeça. Abraço-o. Se ao menos te pudesse proteger para sempre. Abraço-o. Sinto a respiração deste pequeno ser... Calma e tranquila. Se ao menos o mundo fosse assim...
PS. O que vi ontem foi o documentário The Price of Sex. Ninguém desconhece esta realidade mas vale a pena ver. Isto não é prostituição, é escravidão. Num momento em que muitos de nós emigram, nunca é de mais alertar para a barbárie deste mundo que engole tudo e todos. O cuidado nunca é pouco. Estas mulheres queriam uma vida melhor, um trabalho honesto. A vida trouxe-lhes o inferno.
Esta altura do ano reaviva uma grande paixão... Os figos. Eu adoro figos e consegui contagiar o Louis que não era grande apreciador. Como é uma paixão passageira há que aproveitar. A nossa receita predilecta é a pizza de figos com presunto (que temos comido semanalmente). Experimentem. É absolutamente divinal e muito simples. Enquanto dura.
Antigamente dáva-me ao trabalho de fazer a massa e o molho de tomate, mas nos tempos que correm é preciso optimizar o tempo e a energia que se gasta. Por isso deixo-vos a minha pizza "aldrabada" mas garanto total satisfação.
1 embalagem de massa de pizza
1 embalagem de polpa de tomate (Compal da horta é dos melhorzinhos!)
1 dente de alho
manjericão
oregãos
fatias de presunto finas
figos
mozzarella
Ora então... Estende-se a massa da pizza e pica-se com o garfo. Sobre a massa espreme-se um alho, pica-se manjericão, coloca-se a polpa de tomate e mistura-se tudo. Corta-se os figos em quartos e dispõem-se sobre a massa juntamente com o mozzarella. Leva-se ao forno e quando estiver pronta coloca-se as fatias de presunto e os oregãos. (Queijo chèvre sobre os figos também fica delicioso...)
Apesar de pequeninas, as criancinhas ocupam muito espaço e requerem muitos tarecos e acessórios. Aos poucos vão tomando conta da casa e com o tempo tem tendência a piorar. Das coisas que têm sido essenciais para nós no dia-a-dia com o mini-moi (à parte das triviais) são o wrap e a almofada de caroços de cereja.
O wrap é fantástico, é simplesmente um descanso. Mini-moi com dificuldade em adormecer, mini-moi com cólicas. Wrap com ele... 3,2,1... Puff já está caladinho e a dormir. Mini-moi sem sono e mamã com 1001 coisas para fazer. Wrap com ele... Mini-moi de olhos bem abertos a absorver aos poucos todo o meu mundo. Enquanto é uma novidade andar por este mundo estranho esta é, sem dúvida, a melhor solução para passear. Acreditem. Testado e comprovado numa missão relâmpago ao ikea. Prova superada. Nada de contornar pessoas com o carrinho e o mini-moi esteve tranquilamente a dormir. O que não falta são marcas e modelos para todos os gostos, e se tiverem jeitinho podem sempre fazer um.
Já muito antes do mini-moi nascer que éramos fans dos sacos térmicos feitos com caroços de cereja ou azeitona. Aliás já aqui tinha deixado a dica para os Ricoxete que têm uma bela história e são feitos em Portugal. Quando os dias são mais frios sabe bem ter os pézinhos quentinhos. E quando as dores nas costas apertam o calor alivia. Na subida do leite fomos grandes amigos. Colocava no peito antes de dar de mamar, massajava e só depois estava pronta para enfrentar o pequeno esfomeado. Agora usamos para aquecer a cama e aliviar/acalmar as cólicas do mini-moi.
Parece que o facto de EU comer chocolate todos os dias deixa o mini-moi com cólicas. Como é que é possível? Eu que o tinha habituado a uma dose de chocapic diária... E agora faz-me isto. Como é que vou sobreviver? E com uma tese para terminar... Ninguém merece.
Fazer comédia não é fácil. Na minha opinião, a ciência do gozo, com verdadeiro empenho e esforço, pode ser elevada ao estatuto de arte, ultrapassando a barreira do mau gosto e tornando-se em algo com valor próprio e meritório…mas palavras caras para quê, vejam lá é este vídeo demente, tesourinho descoberto pela irmã Cocas da Ella:
Se isto for o próximo sucesso de Verão, vou definitivamente reservar uma noite para ir dançar isto a qualquer lado. Wa-pa-pa-pa-pa-pa-pow!!
Já faz um par de anos que o Louis me falou do alentejano António Zambujo. Coisa estranha para o Louis ficar impressionado por um cantor. Prestei atenção e gostei. E quanto mais se ouve, mais se gosta. Uma voz doce e suave que me faz lembrar o Caetano Veloso. Não sei porquê.
Depois de ser reconhecido lá fora é finalmente reconhecido em Portugal.
Deixo-vos duas músicas muito engraçadas do último albúm, Quinto.
Aqui fica uma palavra de incentivo, pois como já aqui foi dito...
É super sexy!
Aproveito para fazer o MEA CULPA e agradecer ao ratatouille cá de casa a paciência com que nos satisfaz todos os desejos e carências gastronómicas. Confesso que adoro cozinhar mas desde que engravidei perdi a vontade. Prometo recomeçar em breve...
Tal como uma relação não se resume a duas pessoas, educar um filho não se resume aos pais. Ter uma família com quem podemos contar, rodear-nos de pessoas que querem o nosso bem e cuidam de nós é um bem maior de incomensurável valor a preservar. Temos a sorte de viver rodeados de um família assim. Não só aquela que nos calhou pela força do sangue, mas também aquela que escolhemos, os amigos. Agradecemos a todos o carinho que nos têm dado. Do mais profundo do nosso coração.
O mini-moi fez ontem um mês. O meu pequeno explorador gosta de ficar a olhar o mundo de olhos muito abertos como se quisesse engoli-lo de uma só vez. Luzes, cores, vozes, sons, música, rostos, movimento. Tento imaginar o que ele sente. Para quem viveu 9 meses no escuro, apertado, sem fome, sem frio, sem calor e em permanentemente contacto com a sua mamã, o mundo é GIGANTE. Infinito. Daí que seja tão difícil, por vezes, adormecer. Desligar. Como nós na véspera de uma viagem ou de um acontecimento pelo qual ansiamos há muito tempo. Eu sou assim.
O meu filho faz-me lembrar a história do filme A Lenda de 1900. 1900 nasceu, cresceu e viveu num grande barco, sem nunca ser capaz de viver em terra. Para ele, o mundo era grande demais. Oferecia infinitas possibilidades. Um sem fim de oportunidades. Era demais para ele. Também para o meu filho, o mundo apesar de fascinante, é ainda grande demais. É tanta a informação que tem de processar que tem de desligar e fazer reboot. Para isso serve uma mamã. 3, 2, 1... Pufff... Adormeceu. Para o trazer de volta ao aconchego do seu pequenino mundo.
"Take a piano. The keys begin, the keys end. You know there are 88 of them and no-one can tell you differently. They are not infinite, you are infinite. And on those 88 keys the music that you can make is infinite. I like that. That I can live by. But you get me up on that gangway and roll out a keyboard with millions of keys, and that's the truth, there's no end to them, that keyboard is infinite. But if that keyboard is infinite there's no music you can play. You're sitting on the wrong bench. That's God's piano. Christ, did you see the streets? There were thousands of them! How do you choose just one? One woman, one house, one piece of land to call your own, one landscape to look at, one way to die. All that world weighing down on you without you knowing where it ends. Aren't you scared of just breaking apart just thinking about it, the enormity of living in it? I was born on this ship. The world passed me by, but two thousand people at a time. And there were wishes here, but never more than could fit on a ship, between prow and stern. You played out your happiness on a piano that was not infinite. I learned to live that way. Land is a ship too big for me. It's a woman too beautiful. It's a voyage too long. Perfume too strong. It's music I don't know how to make. I can't get off this ship."
Há alguns anos fizemos uma entrevista para um estudo de uma tese de Psicologia sobre casais e o evoluir das relações com o tempo e a idade. A primeira pergunta era qualquer coisa como descrever a nossa relação numa imagem. Eu que falo pelos cotovelos fiquei calada. Não me conseguia lembrar de nada. Nada me vinha à cabeça. Nada. Posso começar eu?, dizias tu. Tu que ficas sempre calado nestas coisas. "A primeira imagem que me vem à cabeça é um cruzeiro, um barco, uma viagem de barco. Onde vamos navegando de porto em porto, umas vezes com céu azul outras sob tempestade, descobrindo novos lugares, pessoas, coisas. A nossa relação é uma viagem." Tens toda a razão Louis. O nosso amor é uma viagem. Obrigada por teres embarcado comigo nesta aventura. É estranho pensar que ainda há um mês eramos dois. Num mês a nossa vida mudou. É difícil imaginar a nossa vida sem o nosso mini-moi.
(Correndo o risco de isto ser a coisa mais pirosa que já aqui escrevi!)
Primeiro almoço fora de casa para comemoração do aniversário de casamento dos papás e depois de quase um mês em casa. Escolhemos a Tartine, um restaurante/padaria familiar, simpático e espaçoso não fosse o mini-moi decidir começar a chorar. Que olhem para mim de lado não me incomoda, mas que o meu filho incomode os outros deixa-me um pouco stressada. Em caso disso, a mamã levou todos os tarecos - o carrinho, o wrap sling, e em caso de desespero, a chucha. Tudo correu tranquilamente. Mini-moi de barriguinha cheia durante três horas a dormir. So cool!
Ps. Na foto as deliciosas tartines de limão+merengue e chocolate+leite condensado...
Ok, admito, podem chamar-me fútil ou impulsivo, não interessa. Mas todos temos que admitir que o verdadeiro Amor pelo objecto existe. Aliás, penso que essa noção até proporciona algum conforto e esperança de que a vida não é apenas fazer e usar aquilo que é funcional, mas é também manter um certo culto pelo belo, pela boa construção, pelos objectos duradouros, em que a noção de estilo é equivalente à funcionalidade e praticabilidade desses mesmos objectos ou coisas.
A isto chamo a verdadeira Arte, neste caso das Coisas. Claro que a arte vem com um preço e pode ser apenas pretexto para nos armarmos ao pingarelho. Mas quando existe genuíno amor existe arte, desculpem a expressão foleira!
Isto tudo para dizer meus amigos que tive um big crush, amor à primeira vista, grande pancada ou simplesmente um flash quando esta "coisa" apareceu à frente dos meus olhos:
Vim a saber que é uma tokyobike, uma bicicleta citadina super leve e compacta, "com ênfase no conforto em detrimento da velocidade para desfrutar da cidade", segundo as próprias palavras do construtor. Para mim apenas duas palavras: Must have!!! Assim vale a pena viver…corrijo, assim vale a pena andar de bicicleta :)
À venda no bonito Vélocité Café, com pessoal muito simpático que vende, aconselha e arranja bicicletas e um café que faz descontos aos ciclistas. Arte mes amis!
São as frases mais repetidas sempre que o mini-moi coloca as suas mãozinhas na boca. Não sou mãe há muito tempo mas já percebi que se há coisa que aflige as pessoas é os bébés passarem fome. Não é que eu seja insensível a este problema mundial... Pelo contrário, era flagelo que gostaria de ver erradicado do mundo. Agora quer me parecer que o meu filho está longe de se enquadrar nesta categoria. Quando a minha criança leva as mãozinhas à boca em 95% das vezes não tem fome, tem sim vontade de sentir o consolo e o mimo que sente quando mama. Estamos entendidos? Não me parece porque...
A Ella tem insistido que este assunto merece a atenção devida e o seu próprio "post" porque, efectivamente, o facto é notório e inegável:
Este é um Verão "orgásmico" para qualquer fã de ficção científica minimamente digno e atento!!!
Não quero com isto dizer que tenho pessoalmente alguma pancada específica por filmes de ficção científica e que tenha interesse no assunto…...arrrrgh que mentir é feio. Mas tenho que mostrar alguma contenção. Vai ser difícil. E ainda não vi todos os filmes. Vou tentar manter a calma e organizar a listagem por ordem cronológica de visionamento e futuras estreias:
0 - Oblivion, de Joseph Kosinski (o homem de…?? Tron: Legacy, ao que parece. Ok.)
Conta como 0 na lista porque estreou antes do Verão. Mas é Sci-fi e não achei nada mau! Apesar de ter o Tom das Cruzes no comando (que até tem algum jeito mas mais talhado para outros papéis tipo Top Gun e Days of Thunder, se bem que gostei de o ver no Collateral do Michael Mann e Tropic Thunder do Ben Stiller…e vá, no guilty pleasure Jack Reacher! Minority Report e War of the Worlds são também grandes filmaças de sci-fi mas nos quais gostava de ter visto outro actor principal).
Em Oblivion fica para destacar sobretudo o incrível production design que, para mim, conta imenso para bons filmes de ficção científica. Banda sonora apropriada, actores muito decentes e uma história interessante com alguns twists simpáticos. Mas aquela piscina suspensa é que não me sai da cabeça..!
1 - Star Trek: Into Darkness, de J.J. Abrams (o homem de M.I. 3, Super 8, séries Lost, Alias, Fringe, etc)
Para abertura das hostilidades de Verão não está mau (contenção, contenção…)! Depois da brilhante estreia do primeiro capítulo em jeito de reboot modernizado e actualizado com um justíssimo equilíbrio entre homenagem aos clássicos e time-line alternativa para justificar as "infidelidades", esta sequela não lhe fica atrás, agora com um piscar de olhos ao glorioso "Star Trek II: The Wrath of Khan" (de 1982, oh meu Deus!!). Tenho apenas pena que algumas das personagens secundárias não tenham tido mais protagonismo, como no 1º filme. Mas mais num digo, porque, tal como a irmã da Ella, estou a pensar vincular-me ao grupo extremista "Ouvir a banda-sonora antes de ver o filme é SPOILER!!". Ou seja, não irei revelar nada das narrativas dos filmes desta lista, se bem que não resisto em dizer que a banda sonora do filme nº3 da lista é BOMBÁSTICAAAAAA!!!!!!!!!! (contenção, contenção…)
2 - Iron Man 3, de Shane Black (realizador do...Kiss Kiss Bang Bang versão 2005, com o próprio Robert D. Jr e o Val Kilmer gay, muito bom!)
Não é bem Sci-fi mas ao mesmo tempo é. Toda a gente sonha com um computador como o Jarvis, certo? Bom, este número 3 para mim está melhor que os outros, com mauzões um pouco menos patetas com um Mandarim em grande (releio esta parte dos mauzões e, vistas as coisas, parece um total contra-senso para quem já viu o filme)! Talvez tenham exagerado um pouco com o final cheio de...e a Pepper Pots que...ok, nada de spoilers. Resumindo, vale a pena ver nem que seja em casa (agora também não têm outra hipótese), tem os bons momentos do costume com o Tony Stark a precisar de um psiquiatra. Diz que foi o último Iron Man com ele, sem contar com os Avengers. Veremos...
3 - Man of Steel, de Zack Snyder (o homem de 300, Watchmen, Sucker Punch, Dawn of the Dead, etc, grande homem!!)
Ora bem (contenção, contenção). Nem sei por onde começar. Mas há aqui vários factores que me impedem de ser completamente imparcial. Primeiro o cocktail explosivo de Zack Snyder (realizador) + Christopher Nolan (produtor e história) + Hans Zimmer (banda sonora) só podia dar bom resultado. Depois tivemos o privilégio de estrear o IMAX do Colombo com este filme. Oh meu Deus!!!! Aquilo é sempre a abrir, os actores estão perfeitos, os voos do homem de aço dão arrepios na espinha e, o mais importante, voltamos a sonhar sermos um dia o Superhomem. Saímos da sala com um sorrisinho estúpido nos lábios, mesmo depois de apanhar uma carga de porrada de décibeis e descolagens supersónicas. Penso que é tudo o que se pode desejar de um filme de super heróis! E não me venham com tretas de "ah, está muito sério tipo batman, o homem só sorri uma vez no fim do filme, etc etc etc." Não me venham com tretas, apesar de ser o 6º filme do superhomem e o 3º reboot, este é o melhor de sempre e apenas de vislumbra vir a ser superado pelo Man of Steel 2 - Batman vs Superman. Só em 2015….arrrrghhhh.
Continuação num próximo post que isto já vai longo. Que grande Verão, pena que esteja a chegar ao fim….
Não resisto em colocar um momento glorioso da banda sonora do Hans Zimmer, digam lá que isto não dá arrepios!