segunda-feira, 16 de junho de 2008

Just DANCE!


Ele, é uma explosão de cor e alegria!
Ele, é electrizante!
Ele, é dançante!
Ele, é giríssimo!
Ele, é encantador!
Ele, não pára quieto!
Ele, dança, dança, dança!
Ele, entrega-se ao palco!
Ele, fez-nos saltar durante hora e meia!
Ele, move-se como um gato!
Ele, entrega-se ao público!

Ele, é Jay Kay,
mais conhecido por Jamiroquai!
The 'Show Man'!


No festival Aguaviva Canarias 2008,
com uma noite quente, digna de qualquer festival de Verão,
começou com Space Cowboy,


para delírio das 40 mil alminhas presentes
e durante 2 horas tocou-as todas:
de Cosmic girl a Little L,
passando por Corner of the earth e Virtual Insanity

terminou com I'm going, deeper underground...

e deixou-nos, com o ritmo no corpo,
até que os primeiros raios de sol nos guiaram
a um repousante e agradável sono de Verão!







Boa semana para todos,


aquele abraço.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

The Happening

Crítica vai ser rápida. Novo filme do Sr. Shyamalan, traz sempre espectativa. Fui receoso, críticas duras por trás. E o que acontece no "The Happening"?.......Nada. Acho que para o título do filme é o cúmulo. Ou então uma grande chalaça do realizador. Tem algumas cenas perturbadoras, algumas cómicas, outras nem por isso e...tá feito. Twist final? Um 360. Não quero revelar nada mas quem viu o trailer pode dizer que -tá visto! sem qualquer vergonha. Enfim, vou acabar de ver a season 2 do Dexter, que isso sim dá pica!


bem lá no fundo dos olhos, vê-se que o rapaz tá cansado. Como dizia "a" do "outro":
"grandes poderes trazem grandes responsabilidades!"
O Sr. Night deve estar cansado de fazer grandes filmes, coitadinho também tem direito...

Louismalan

quinta-feira, 5 de junho de 2008

ROLAND GARROS!

Pronto, pelo menos já tenho aqui uma prova do sentido que faz vir passar um ano a Paris, longe de tudo e todos: Sim, fui "convidado" a ir ao Roland Garros!! Há uma semana atrás, se mostrasse tanta emoção por um joguito de ténis diria que estava a ficar maluco. Mas a verdade é que é preciso estar lá, no meio, para perceber a emoção que está por trás daquela bolinha amarela!! Não só o jogo em si mas as "regras de etiqueta" dos árbritos, o silêncio imposto, o público que arrisca um gritinho de vez em quando e que, de repente, não se consegue conter, tudo isto faz parte de uma certa magia...britânica!
Cá está a prova:
court Philippe-Chartrier, o maior :)


Ze public


e sim, aquele fulano minúsculo à esquerda é o number ooone
Mr. Roger Federer

ps: admito que agora ando um bocado viciado nos jogos até na tv, com o francês Gael Monfils nas meias-finais amanhã!
ps, 2: e também tive o privilégio de assistir ao jogo da nº1, a Mariazita Sharapova com o seu metro e 88. Gosto de ténis :)

LOUIS

quarta-feira, 4 de junho de 2008

It's Shaun the Sheep!

Apresento-vos a mais recente produção da Aardman Animations, estúdio responsável pelos geniais Wallace and Gromit, Chicken Run, Flushed Away ou Creature Conforts. Mais uma vez, a companhia de Bristol (gostava de saber o que há na água desta cidade para produzir tanta qualidade) surpreende com uma série de espisódios sobre Shaun - A Ovelha Choné em Português - uma ovelha que também faz mé, mas que não segue o resto do rebanho.

Animado em stop motion com plasticina, seguindo a honrosa tradição da Aardman, os episódios de 7 minutos estão recheados de muito humor físico e inteligente como só os ingleses são capazes. As personagens são demais, desde Shaun, a estrela principal, aos Naughty pigs, passando pelo Blitzer o cão pastor e a minha favorita, Shirley a ovelha enorme cheia de apetite e com grandes dificuldades de locomoção tal o seu peso. Não tem diálogos, o que por um lado torna mais fácil a compreensão de todos e por outro valoriza o argumento e a animação. Imprescindível para míudos e graúdos. Passa na RTP 2 e no Disney e é bom demais para perder.

Deixo-vos com um episódio adequado à altura do ano em que anda tudo louco com o futebol. Tudo serve como desculpa para jogar à bola. Até uma alface. Enjoy!




Shaun The Sheep - The most popular videos are here

Chegou!!!


Já chegou cá a casa o mais recente devaneio do Manel Cruz, músico por detrás de grandes projectos como os saudosos Ornatos Violeta ou Pluto. Trata-se de uma edição especialíssima limitada a 1100 exemplares denominada Foge Foge Bandido composta por dois lados (O Amor dá-me tesão e Não fui eu que estraguei) com autenticas trips do compositor envolvidos por um livro de capa dura a dar como que uma resposta ao avanço dos formatos digitais. Quem quiser encomendar é melhor apressar-se. O meu é já o número 740. Vale todos os cêntimos dos 30 € que custa. Mais uma vez não desilude. Pode-se comprar na CDGo.

Viajar





"Não são as pessoas
que fazem viagens.
São as viagens
que fazem as pessoas."



E tu, quem és, Viajante ou Turista?

terça-feira, 3 de junho de 2008

Another day in the paradise...



Foi a mão sem anéis antes da luva
Sorriso breve antes de um beijo lento
Foi a rosa entreaberta antes da chuva
Foi a brisa encontrada antes do vento

Foi a noite, a inocência na demora
Foi a manhã, verde janela aberta
Dois corpos lisos que se vão embora
Como a acordar a praia ainda deserta

Foi a paz, o silêncio antes do grito
Foi a nudez antes de ser brocado
E foi o cântico interdito
E todo o meu poema recusado

Pedro Homem de Melo
Voz: Camané
Aqui o Verão já começou e aí?

Para os nossos pais jamais deixaremos de ser aqueles seres minusculos que lhes caíram nas mão há uns bons pares de anos e os assustaram sem saber muito bem o que fazer, dotados apenas de um enorme instinto protector. Lá em casa não é diferente e serei sempre a criança deles. Claro que isto traz os seus benefícios. No dia da Criança é costume oferecerem-me um livro e este ano não foi diferente, embora já seja eu a escolher pois os gostos já vão muito além dos Cinco ou do Adrian Mole. Este ano, o fruto das horas de almoço passadas na secção de literatura da FNAC proporciou ao filho dos meus pais uma bela edição especial do meu livro preferido de todos os tempos. Uma edição comemorativa dos "Cem anos de Solidão" pela academia da língua espanhola. Depois, e como é impossível comprar só um livro na FNAC, resolvi-me auto-introduzir na escrita de Paul Auster e colmatar esta grande falha na minha cultura literária com o famoso "Trilogia de Nova Iorque". Agora só falta acabar a montanha de livros pendentes na mesa de cabeceira para ir até NY. Logo conto como foi.

Another day at the office ...

Via do Infante, Recepção, Recepcionistas simpáticas, Recepcionistas antipáticos, Bifes mal passados, Lagostas suadas à beira da piscina, Bifas pé descalço, pints, conversa de chacha, business men, possíveis negócios, connections, paraísos à beira-mar, atentados ambientais a cada passo, constatação que me andam a roubar o trabalho, incompetentes ainda por cima, concorrência, agradecer pelas aulas de francês do liceu, belas vistas, sol e mar, mar e sol, boa vista, vista boa, Via do Infante, cansaço não sei do quê, muito agradecido por estar a fazer alguma coisa, vontade de trabalhar a sério, pouca vontade de fazer por isso, casa...

boomp3.com

(Entretanto tenho andado a construir o sonho da pousada de charme na costa vicentina. Bons exemplos não têm faltado...)

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Zapping


Djibicou: Será que não podemos ver o Quem quer ser Milionário para variar?

Ella: E depois fico sem saber quem saiu hoje!

Djibicou: Como é que é possível uma pessoa ser simultaneamente viciada em documentários sobre o Maio de 68 e no Project Runway? Como?

Ella: E tu... Carlota Joaquina vs Trio de Ataque?

segunda-feira, 26 de maio de 2008

A "próxima" Cruzada....


Em Busca do Apartamento Perfeito e do Templo Divino!

Sim sim, Ella & Louis querem e procuram um pedaço de céu em Lisboa, para muito breve, de preferência. 
Se não arranjarmos pedimos uma ajudinha ao Indy, não é nada que umas boas chicotadas não resolvam...

LOUIS

domingo, 25 de maio de 2008

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Jones... Dr. Jones




Como não podia faltar, fui hoje à ante-estreia.

... e mais não digo, para não estragar a surpresa!

domingo, 18 de maio de 2008

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Para Louis, o Artista...

Em março fui a Paris para uns colóquios na Sorbonne e na Fundação Gulbenkian: estranha coisa falar e ouvir falar dos meus livros. As pessoas tão generosas e eu a sentir que mal comecei. Em março ou abril? Princípio de abril, julgo que princípio de abril, as flores começavam, cheirava um bocadinho a sol. Jantava todas as noites com a Dominique e a Victoire, a mulher e a filha do Christian Bourgois, meu editor, que morreu em dezembro. Meu editor, meu amigo. Tenho tantos editores e não sou amigo de quase nenhum. Do Christian era, sou. Nunca foi um homem fácil. Eu também não. E, no entanto, que maravilha de conversas no silêncio, que partilha tão grande. Desde muito cedo, como ele o disse, fez seu o preceito de um general veneziano do século dezassete, chamado Montecuculi. Montecuculi não lembra ao Diabo. Afirmava o general que é preciso agarrar sempre a ocasião pelos cabelos mas não esquecer que ela é careca. E isto é o único programa de vida possível. A casa desabitada sem o Christian e no entanto a sua presença em toda a parte. Parece um paradoxo: não é. Jantares difíceis para mim, carregadinho de saudades. Tantos anos de trabalho juntos, decepções, alegrias. Não há escritor no mundo que admire tanto como tu, escreveu-me na carta em que anunciava o cancro. E depois três anos. E depois nada. A Dominique e eu falámos e falámos para mobilar o silêncio. Até de livros. A certa altura veio com um álbum da Plêiade dedicado a Faulkner, escritor dantes tão importante para mim:
– O que o homem sofreu a vida inteira
disse ela. E de facto sofreu como um cão a vida inteira. Respondi
– Conheces algum artista que não sofra, conheces algum artista feliz?
Todos eles atormentados, contraditórios, num desespero e numa angústia constantes, mesmo sob o humor, sob a alegria. Os meus queridos russos, Tolstoi, Gogol, Tchecov. Scott Fitzgerald, que sustentava não ser possível escrever a biografia de um escritor porque ele é muitos. É necessário roermos as passas do Algarve para que o leitor tenha prazer. E que mistura de sangue e júbilo na criação, outros sentimentos de que não falo por pudor. Graham Greene agora, para variar: «um escritor é um homem de barba por fazer e copo na mão, cercado de criaturas que não existem». E Gogol destruindo toda a segunda parte das Almas Mortas, uma obra--prima, chorando. Já que estou em maré de citações lembro-me de Apollinaire, poeta com quem aprendi muito: «piedade para nós que trabalhamos nas fronteiras do ilimitado e do futuro». Era isso que ele suplicava: piedade para nós, tende piedade de nós. A beleza que nos dão saiu-lhes do pêlo, rasgaram a alma por ela. E a Dominique a olhar para mim com a tal piedade que Apollinaire desejava. Como é possível coexistirem num só homem ou numa só mulher tanto sofrimento e tanta exaltação? O apartamento do Christian, cheio de quadros, retratos, livros. As árvores dos Invalides, a rua Vaneau, onde Gide morava, a mesma do hotelzinho em que fico sempre, no quarto sessenta e cinco com vista para um jardim. Os pombos de Paris tão diferentes dos pombos de Lisboa, esguios, ferozes, poisados nos ramos, não nas casas. Piedade para nós, etc., piedade para o nosso trabalho. Quero morrer de caneta na mão, meu Deus fazei com que eu morra de caneta na mão a lutar com as emoções, as palavras. A lutar com o Anjo, pobre Jacob que sou. A gente deixa a pele nisto. Se alguma glória posso ter é essa: não os prémios, o reconhecimento, o louvor: apenas a sina de uma vida dedicada a tentar iluminar o mundo com a minha lanterninha. Por muito grande que seja não passa de uma lanterninha. Graham Greene enganou-se, as criaturas que ele diz que não existem, existem de facto: somos nós. Habitamos o Monte dos Vendavais, a Guerra e Paz, as Meninas de Velázquez, os trios de Beethoven, o Danúbio Azul, e ao habitar o imenso país que essas obras são vencemos o tempo e tornamo-nos imortais. Apollinaire dizia piedade para nós, e em lugar de piedade o que devemos sentir é gratidão: deram nexo à nossa existência. Fizeram da gente seres enormes, apesar de bichos da terra tão pequenos como no verso de Camões. Esta é a ditosa Pátria minha amada: nunca li tal coisa sem me comover. Parece tão simples, não é? Esta é a ditosa Pátria minha amada: reparem na mão que é necessária para chegar a isto. A Dominique:
– O que o homem sofreu a vida inteira
e é verdade. Sofreram a vida inteira, mas é graças a eles que estamos vivos. É graças a eles que somos dignos do Reino dos Céus, que trouxeram para a terra. E os pombos de Paris a olharem para mim de banda, com vontade de me engolirem. Por favor não me engulam por enquanto: há tantos livros em mim à espera de serem escritos.


António Lobo Antunes, Visão


Como vês, todos sofrem, principalmente os grandes.

domingo, 11 de maio de 2008

Fusão 2!

A fusão 1 é engraçada mas a parte jazz é puro cliché! E a Dee Dee........Prefiro antes esta (con)fusão do senhor Antoine Hervé, o Mestre pianista do momento...a ver até ao fim, vale a pena!



LOUIS with no Ella :( from la France

Isto sim é fusão!

Dee Dee Bridgewater & Amira Selim

roubado daqui!

sexta-feira, 9 de maio de 2008

O regresso de Portishead...


boomp3.com

The Rip, Portishead "Third" (March 2008)
Sardinha assada e Sushi, Vinho do Porto e Saké, Chiado e Shibuya, Lisboa e Tokio. Um post, duas cidades, é o conceito por detrás de mirrorcities - a tale from two cities. Exploram-se as diferenças e as semelhanças dos antípodas neste blog uma vez por dia. Muito bom!

quarta-feira, 7 de maio de 2008

I (wanna) see you baby, shaking that ass!


Está tudo convidado para neste Sábado abanar o esqueleto até de manhã no País das Maravilhas ao som de Groove Armada. Este ano a Semana Académica do Algarve volta à Penha com um relvado óptimo para cair e rebolar quando o corpo não der para mais. Durante o dia, posso prometer o belíssimo sol algarvio, embora por experiência própria reconheça que o sol da meia noite queima muito mais.

Há muito chão para camas lá em casa. Provavelmente pela última vez vai ser possível degustar uma famosa Corridinha de Ambiente, ou um Ecoponto, já que outros ex-libris etílitcos como o mítico Kamolixo ou gastronómicos como o Chili Ambiental há muito que se deixaram de ver pelo famoso País das Maravilhas.

Para quem nunca foi acredito que seja difícil imaginar alguma das histórias que entretanto passaram a mito, ocorridas durante os 10 dias em que dura a semana académica mais a sul do país. Acredito que haja aí muita alminha frequentadora das Queimas de Coimbra ou Porto que afirmem que as deles são as maiores e melhores. Maiores, sem dúvida. Melhores com certeza que não.

Mas pronto. Quem quiser fazer parte dos mitos futuros apareça. Eu pago a primeira Corridinha e chamo a Mary Jane também.

(Para os "moços algarvios" sanguessugas que já estão com as papilas gustativas aos saltos, é óbvio que a promoção não se aplica)

Oeufs de quoi?

Fomos apresentados há uns anos numas daquelas férias que só o Mediterrâneo e as boas companhias proporcionam. Degustei estas ovinhas cor-de-rosa de nome estranho - Tarama - e fiquei fã desde logo. Além da incursão gastronómica pelos Pirinéus Orientais acabou por aqui a degustação do Tarama até ao brilhante dia em que vou ao supermercado francíu cá da zona e compro para aprovação caseira. Eis que leio o rótulo, pela primeira vez em português. Oeufs de Cabillaud - Ovas de Bacalhau!!! O meu arqui-inimigo gastronómico. O ingrediente que me faz pesadelos desde tenra idade e que me torna alvo das piadas na noite de Natal. O único elemento na alimentação que define um português onde quer que esteja e que me dá vómitos, cru, cozido ou assado. Afinal tenho andado a comer os seus filhotes. Pior. A lamber os beiços com os rebentos do fiel amigo. Senti-me sujo, traído por mim próprio e pela minha ignorância na semântica francesa.

A verdade é que é muito bom e mesmo depois de saber isto acho que me vou ficar pelas ovas e deixar o graúdo para quem quiser. Aqui fica uma sugestão de apresentação desta iguaria.

É óptimo para entrada. Pode ser consumido simples. Eu fiz uma adaptação da receita abaixo:

Blinis à la crème de tarama: Retirado e traduzido do Meilleur du chef.com


Ingredientes para 16 blinis:
- 16 mini blinis
- 200 g de tarama
- 100 g de salmão fumado
- 1 ou 2 limões
- 2 fatias de pão de forma
- 10 cl de óleo de amendoim
- 2 colheres de sopa de azeite
- 2 colheres de sopa de crème fraiche a 15%
- Pimenta

Execução.
1 - Retirar a côdea do pão de forma, pôr numa tigela e desfazer com um garfo juntamente com o Crème fraiche.
2- Pôr o Tarama no robot de cozinha e adicionar o pão e 2 colheres de sopa de sumo de limão
3- Depois dos ingredientes misturados, juntar lentamente os dois óleos em pequenas quantidades de cada vez.
4- Quando o creme estiver homogéneo e mais espesso temperar com pimenta e sumo de limão a gosto. Levar ao frigorífico pelo menos 2 horas.
5- Antes de servir, aquecer as bilinis em forno brando
6- Cortar o salmão grosseiramente e juntar ao creme de tarama preparado
7- Colocar nas blinis e servir.
Et Voilá. Bonne Dégustation
(Mais uma para o Restô?)

terça-feira, 6 de maio de 2008

Herança genética


Que herdei a falta de pontualidade do meu Pai (saltando os compromissos profissionais), os pés grandes, o sarcasmo e o sentido de humor negro, não é nada de novo.
Que herdei a miopia, o colesterol alto e o Mau Feitio da minha Mãe, também não é novidade!
Agora herdar uma úlcera no estômago da mulher que me pôs no mundo é que não é coisa que se faça! Logo a mim que gosto tanto de tirar proveito desse prazer da vida que é comer. E que agora é tudo menos isso. 
Sim, não precisam de dizer... é concerteza prémio pelo Mau Feitio!

Ella

domingo, 4 de maio de 2008

Mamma Mia!

Hoje é o dia das Mães. Independentemente dos ralhetes, intransigências, ausências ou distâncias, a verdade é que Mãe há só uma e há que valorizá-la. Pai também só há um, mas pode haver sempre alguma dúvida. Agora, Mãe é Mãe!

A todas as Mães: Muito Obrigado pela Vida!

Barbie, a Cientista Nuclear!

Preciso de ir dar uns chutos na bola ou ir à caça de leões só com um canivete suiço depois da tarde de hoje... A minha masculinidade ficou deveras ameaçada. Tive cá em casa a criança da minha vida. A minha afilhada, 9 anos, esperta como ninguém, está na idade mais girly girl possível, em que "os rapazes são uns chatos". Passei a tarde a brincar com a Polly Pocket e seus acessórios e nos sites da Barbie a fazer toilettes para a Barbie sair, ficar em casa ou ir às compras. O pesadelo! Já agora, se fosse para mudar o look para a Barbie seria este... Doutor, Preciso de ajuda! E já agora que deixe a criança com esta ideia que os rapazes são uns chatos por muito tempo e não esses seres extremamente interessantes que todos nós sabemos :S

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Oh please just let the girls dance!

O revivalismo com classe...
Mercy,
by Amy Duffy

Tal como há um ano pediste uma música para dançar... Aqui está!
Espero que gostes! Parabéns Djibicou!
Ella

sábado, 26 de abril de 2008

O Problema da Liberdade...

O Problema da liberdade é esquecermo-nos da liberdade. Se estivéssemos em 1973, provavelmente não nos permitiriamos esquecer desse valor essencial e sem o qual não nos imaginamos a viver hoje em dia. A verdade é que a maioria nasceu com as Liberdades garantidas e nem sequer imagina o que seria não se poder expressar livremente ou simplesmente estar na rua na conversa com os amigos... Ontem ninguém se lembrou de aqui vir e postar sobre 25/04/74. E porquê? Porque podemos. Porque se fosse há 34 anos estávamos noutra situação de certeza. Presos, na guerra, clandestinos, mortos ou a distribuir o Avante por entre os papéis do quer que fizéssemos. Se calhar alguns de nós até seriam chibos da PIDE.

E como se explica a liberdade a um puto da primária? O meu primo está no 3º ano e não sabe o que é o 25 de Abril. Porque mais do que ter sido, Abril tem de ser. Sempre! O puto não sabe conceber um mundo sem as liberdades básicas. E o pior é que a professora não ensinou. Só encontro uma explicação para isto. A professora também não sabe. Ou não quer saber.

Isto tudo para dizer que nós não esquecemos. Apenas nos permitimos a liberdade de lembrar de vir plantar um cravo vermelho um dia depois. Eu não estive lá, mas sou grato às mulheres e homens que saíram à rua naquela madrugada e fizeram a revolução mais bonita de que há memória.

25 de Abril Sempre! Fascismo nunca mais!