
Joyeux Noel!
Espero que tenham tido um Natal cheio de miminhos da família...que isso é que o Natal!
Baci per tutti!
PS:É difícil escrever qualquer coisa de jeito quando se tem dois "indíviduos" a dizer "conneries" e fazer "bêtises"!
Ella
Este foi um dos muitos filmes que gostava de ter visto no cinema, mas que infelizmente, deixei passar... até que, na semana passada por mero acaso num zapping antes de ir dormir, apanhei o início do filme. Ou melhor, fui apanhada porque acabei por vê-lo até ao fim. Ainda me lembro de ver Ramón Sampedro nos telejornais, aclamando por um direito dele e de todos nós. O direito de cada um poder julgar o que é para si viver e morrer, dignamente. Não pretendo falar hoje, da eutanásia, talvez noutro dia. Hoje, quero falar do filme e do homem que aposto, não deixou quem viu indiferente. À parte da realização (Alejandro Amenábar) e da interpretação (Javier Bardem) notáveis, com uma personagem "presa" a uma cama, o filme flui...voa. É de uma humanidade...avassaladora. Ramón Sampedro era um homem capaz de tocar todos aqueles que o conheciam e diria até, encantador. Ella




Um quadrado: liso, macio e verde. Em cada sua aresta, um homem
Satélites comigo, outros auram o acaso, curiosos, atirando ao ar razões que nunca servem. Talvez por isso, pairemos acima do todo. Num movimento, mais uma vez, um dos jogadores gera dos cubos a improbabilidade maior, nascida para ser diferente das outras, suas iguais.
Esse que joga, de meia idade, rodeia de uma farta e branca cabeleira olhos de branda contemplação. O nariz, desenhado de curiosidade e decisão, trai-lhe a herança de um povo escolhido. A boca sorri do que sabe.
Incauto, o que lhe está ao lado exclama: "Este homem joga como um Deus!".
O que jogou, olhando-o claro, diz-lhe: "Deus não joga aos dados, homem! Para jogar, como para criar, é indispensável não saber tudo".
De entre os que observamos por cima, ouve-se uma voz funda e eterna, como vinda de todos os lados: "Não, Albert, Deus não joga aos dados. Deus, quieto, apenas assiste ao vosso jogo, para sempre."
José Gaspar Ferreira
Esta sexta-feira a RTP2 passou um documentário muito bom sobre a 1ªmulher de um dos maiores génios do século XX, de seu nome Albert Einstein, e que aconselho vivamente a todos os interessados. Nutro por ele uma grande admiração e talvez por isso me tenha sentido ligeiramente desiludida…
Aceito este convite como um momento especial. Aquele momento em que me disperso do meu mundo e me deixo envolver na magia que é descrever uma imagem, um pensamento, um livro, um filme, um poema... o meu pequeno mundo. E que bom sabe, preencher espaços em branco, pintá-los com as mil cores de uma emoção!
Jazz com Alma featuring Monica Ferraz from the Globo de Ouro award winning group MESA) posso afirmar com certeza que Moçambique tem um ritmo bem próprio e que encontramos nele muitos motivos para lá voltar. A cerveja, a comida, as pessoas, o Sol, o Mar a 29º, e lá está, o constante "kum, tsekum ts-kum, tsekum ts-kum" que se infiltra no rabo de qualquer um após 24 horas de lá estar. Ok, pronto, bastam 4 horitas para ficar contagiado. É tudo uma questão de hábito...Como primeiro post não podia deixar de partilhar convosco o meu quadro preferido, sobejamente conhecido de todos, mas que para mim tem um significado quase esotérico e extremamente envolvente. Este céu que pode ser em qualquer lado, está de certeza no meu Shangri-La à espera que eu chegue...
Bons Sonhos !!
