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domingo, 8 de setembro de 2013

Uma semana depois...

Foto do Louis.


Estou aqui sentada no sofá a ver o meu filho dormir. Num instante passou uma semana. O meu filho tem uma semana. O meu filho. Ninguém nos prepara para esta avalanche de sentimentos. Ainda é difícil acreditar que tudo passou. Que está aqui, connosco.
E enquanto as hormonas do "esquecimento" não começaram a actuar vamos ver se ainda consigo colocar a história de pé...
Tudo começou com uma mãe incrédula de que estaria efectivamente em trabalho de parto, um pai em negação, e um dia de contracções irregulares que se foram regularizando aos poucos. Quando finalmente o pai se convenceu, pelo sim pelo não, metemo-nos no carro rumo a Lisboa enquanto ouvíamos na rádio o concerto do Carlos do Carmo no Festival do Crato. Ao chegarmos, como as contracções já estavam de 5 em 5 minutos e cada vez mais intensas, decidimos fazer uma visita à Maternidade para tirar as dúvidas. Com a descontracção e a calma de quem achava que a iam mandar para casa enganei a enfermeira da triagem, mas o CTG e os 3 cm dilatação não deixavam dúvidas... O mini-moi ia nascer. Depois da bendita epidural foi esperar que a dilatação chegasse lá. A noite foi passando e ao nascer do dia, assim do nada, tinha as médicas a dizer-me para fazer força. Nós incrédulos. Mas é agora? Rapidamente perceberam que iam precisar de ajuda para fazer nascer este pacotinho de 3,780g.  Em pouco tempo e uma ventosa depois, o mini-moi estava cá fora. O meu grande peixinho nasceu ainda dentro do seu aquário. Tudo assim... Muito, muito, muito intenso. Num instante. Não senti dor, mas senti tudo. E sentir tudo, chega a doer. Tenho hoje um respeito enorme pela minha mãe e por todas as mães que passaram por isto sem epidural. Como é que é possível? E como é que é possível a nossa cabeça não explodir com um aneurisma? Mistério. Enfim... Segundo as médicas para primeiro filho todo o processo não poderia ter corrido melhor, eu continuo a achar que a nossa evolução tem de continuar... Isto não pode ser a melhor solução.
Ao contrário do que tinha pensado não chorei quando o vi pela primeira vez quando o colocaram em cima da minha barriga. Chorei momentos mais tarde quando o vi vir ter comigo ao colo do Pai e ficamos, por fim, os três.


Estrela da tarde
de José Carlos Ary dos Santos

Era a tarde mais longa de todas as tardes que me acontecia
Eu esperava por ti, tu não vinhas, tardavas e eu entardecia
Era tarde, tão tarde, que a boca, tardando-lhe o beijo, mordia
Quando à boca da noite surgiste na tarde tal rosa tardia

Quando nós nos olhámos tardámos no beijo que a boca pedia
E na tarde ficámos unidos ardendo na luz que morria
Em nós dois nessa tarde em que tanto tardaste o sol amanhecia
Era tarde de mais para haver outra noite, para haver outro dia

Meu amor, meu amor
Minha estrela da tarde
Que o luar te amanheça e o meu corpo te guarde
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Se tu és a alegria ou se és a tristeza
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza

Foi a noite mais bela de todas as noites que me adormeceram
Dos nocturnos silêncios que à noite de aromas e beijos se encheram
Foi a noite em que os nossos dois corpos cansados não adormeceram
E da estrada mais linda da noite uma festa de fogo fizeram

Foram noites e noites que numa só noite nos aconteceram
Era o dia da noite de todas as noites que nos precederam
Era a noite mais clara daqueles que à noite amando se deram
E entre os braços da noite de tanto se amarem, vivendo morreram

Eu não sei, meu amor, se o que digo é ternura, se é riso, se é pranto
É por ti que adormeço e acordo e acordado recordo no canto
Essa tarde em que tarde surgiste dum triste e profundo recanto
Essa noite em que cedo nasceste despida de mágoa e de espanto

Meu amor, nunca é tarde nem cedo para quem se quer tanto.



Carlos do Carmo & Bernardo Sasseti

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

38 semanas


Nós pelo nosso iphone'zinho.



Estes últimos dias têm sido muito interessantes. Contracções a intensificarem-se e a multiplicarem-se. Ontem foi a primeira noite em que não dormimos bem, com dores na zona lombar. E o pequeno mini-moi, que normalmente está sossegado durante a noite, claramente também não estava muito contente com a situação. Será que é isto? É agora? Não, não deve ser, se não estaria a contorcer-me no chão de dores! Cada vez estou mais convencida que este sistema está mal feito. Não só pelo péssimo sistema de evacuação, mas também porque chegado "o momento" devia soar um alarme (tipo sirene dos bombeiros) para a malta saber... OK, é agora! Porque isto do corpo dar sinais é muito subjectivo, e eu nunca fui boa a interpretar sinais ou a ler nas entrelinhas. E passam-nos uma série de coisas pela cabeça... Todas as histórias que ouvimos. O que aprendemos nas aulas de preparação para o parto. O que lemos. Tudo isso vai pairando sobre a nossa cabeça... Mais de 60% das crianças nasce depois das 40 semanas. Se não rebentarem as águas têm que esperar até ao "5-1-1" para irem para a maternidade. O trabalho de parto leva em média 12 horas para o primeiro filho (depois do 511). A minha irmã foram 4 horas. A minha prima foram 48 horas. A barriga hoje parece mais descaída. Não essa barriga ainda está muito para cima. Mais isto e aquilo. E as histórias mirabolantes do programa I didn't know I was Pregnant? Pois é. Para além dos mixed signals, fica a imagem das grávidas que encontro quando tenho consulta na urgência da MAC que são mandadas para casa porque ainda não é nada de "especial". A minha médica diz: Não te preocupes quando chegar o momento não vais ter dúvidas. Será? Vale um pai ultra mega calmo para quem nunca há stress. Zen absoluto. Está tudo bem e temos mais que tempo. 

terça-feira, 20 de agosto de 2013

37 semanas

Na foto Audrey Hepburn grávida.


Hoje faz 37 semanas que vivemos em perfeita simbiose... Perfeita pelo menos para ele. E isso é que é preciso. Que o menino esteja bem. Portanto a partir de agora o dia D pode acontecer. Quando o menino quiser. Como o menino quiser. Ele é que manda. Se estou ansiosa? Quem é que no seu perfeito juízo que vai ter uma coisa com mais de 2.5Kg a sair de dentro de si não estaria? Claro que estou. Estou ansiosa por o ver pela primeira vez. Estou ansiosa por não saber nem onde, nem como, nem quando vai acontecer. Não estou nervosa. Vivo muito bem estes dias desfrutando destas sensações que são únicas. Durmo ainda melhor. Se me conheço, quando chegar o momento, vou ter 5 minutos (no mínimo) de ataque de pânico... E depois vou respirar fundo e com ajuda dos meus homens no final vai ficar tudo bem.


quarta-feira, 14 de agosto de 2013

É mais ou menos isto...

Que acontece quando me quero levantar...
Da cama. Do sofá. Do carro.


E quando por fim consigo nos levantar vem a contracção do costume.
Nice.


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Há coisas na vida que não têm preço

Na foto Jessica Lange e Sam Shepard.


O quotidiano é muitas vezes negligenciado no amor,
mas o amor são os pequenos gestos, são as gentilezas do dia-a-dia.
Amor é...
 Enquanto lemos um livro lado a lado antes de dormir,
eu atirar os meus pézinhos para cima dele para me massajar os pés.
Dia-sim-dia-sim.
Hoje os meus pézinhos grávidos agradecem-te.


quinta-feira, 25 de julho de 2013

1+1=3

Foto de Roy DeCarava.


Já aqui falei de algumas das coisas que me deixam apreensiva com o fenómeno da maternidade, como o parto, as noites sem dormir, os avós ou todas aquelas pessoas que nos minam com comentários, dicas e sugestões. Mas há uma coisa que ninguém sabe como vai ser... O que vai acontecer ao casal? O que irá acontecer-nos?
Há dias quando regressávamos do fim-de-semana dei por mim a pensar que, apesar de desejar este pequenino mini-moi mais que tudo neste mundo, ia ter saudades da nossa vida a dois, dos nossos momentos a dois. Sozinhos.  Dei por mim a pensar no quanto gostava de estar só contigo, e o quanto somos felizes só os dois. Sei que quando formos três vai ser ainda melhor. Dizem-me. Sei que sim. Mas sei que não vou querer deixar de nos ter só aos dois. Nem que seja esporadicamente. Acredito que pelo bem dos três.

Sistersitting, friendsitting ou grannysitting... Vamos lá ver quanto tempo vai demorar até os papás serem capazes de cortar o cordão umbilical. Agora... Falar é fácil!

terça-feira, 23 de julho de 2013

De filha para mãe

Na foto Jane Birkin.

A minha mamã fez anos ontem. Penso que daqui a um ano o meu filho me vai chamar mamã. Penso nas coisas que aprendi com ela. Penso nas coisas que lhe quero ensinar a ele. Penso nas coisas que vivemos juntas. Penso nos grandes dias. Penso nas pequenas alegrias. Nas pequenas conquistas. Nos pequenos nadas. Penso nos dias cinzentos. Em como gostava que tivesse a vida que merece. Nos sacrifícios que fez por nós. Penso em como contornou sempre as adversidades. Em como as superou. Sei que nem sempre foi feliz. Sei que abdicou de muitas coisas por nós. Sei que nunca se arrependeu. Sei que foi fiel a si própria. E o preço que teve de pagar. Sei que somos o Mundo dela. Mas nunca nos prendeu a ele. Penso muito nisto. Ser mãe é isto. E muito mais...

A minha mamã é a mulher que eu mais amo.
A única capaz de me irritar.


quarta-feira, 17 de julho de 2013

Curso de Preparação para o Parto III



Depois de 7 aulas, o curso terminou.
Fica a expectativa do que por aí vem.
Falta escrever o plano de parto.
Falta fazer a mala para a maternidade.
Falta fazer a visita à maternidade.
Falta comprar e pedir emprestado uma série de "tarecos".
Falta encontrar um infantário.
Falta montarmos o quarto do mini-moi.
Enfim...
Falta esperar pelo exame final.


terça-feira, 16 de julho de 2013

Coisas sem as quais conseguimos viver...


Mas que quando uma alma caridosa nos empresta ou oferece se tornam imprescindíveis!


O adaptador de cinto de segurança para grávidas!



A almofada de amamentação que serve simultaneamente para dormir durante a gravidez, sendo particularmente útil nos últimos meses. Quando não a tenho uma almofada no meio das pernas substitui na perfeição. Eis a postura correcta aqui, não há nada que a internet não tenha!




quinta-feira, 11 de julho de 2013

O mundo ao contrário

Leonardo da Vinci, 1511.


Ela estendeu o corpo no chão, a cabeça assente na pedra. A sua intenção era escutar as entranhas do mundo. As mulheres de Kulumani sabem segredos. Sabem, por exemplo, que dentro do ventre materno os bebés, a um dado momento, mudam de posição. Em todo o mundo, eles rodam sobre si próprios obedecendo a uma única e telúrica voz.

A Confissão da Leoa,
Mia Couto

Tal como eu suspeitava pela maneira carinhosa com que me espezinha o estômago e restantes entranhas, o pequeno mini-moi já há muito que está de cabeça para baixo. Aproxima-se o dia que terei de me sentar a escrever o plano de parto, ou seja, fazer uma pequena composição sobre como gostaria que todo o processo se desenvolvesse tendo em conta tudo aquilo que não podemos controlar e imaginando diferentes cenários. É portanto uma coisa simples. Talvez seja mais fácil começar pelo fim... Parece-me.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Dos bons momentos



Dizem-me que o melhor trimestre da gravidez já passou, que a partir de agora é uma exponencial de mau estar que culmina em rezas e suplicas para que esta criança saía daqui. A verdade é que, depois dos quatros primeiros meses de dores de estômago constantes, temos sido muito felizes juntos. Apesar de todos os efeitos secundários dispensáveis desfrutamos felizes a companhia um do outro. O dia corre mal, o dia corre bem, nunca estou sozinha. Tenho alguém que me lembra constantemente que tudo é relativo. Sabe bem.
E se um dia o tempo me fizer esquecer tudo o resto, lembrar-me-ei apenas do quão bom era sentir o meu pequeno mini-moi no seu movimento tosco de quem se sente de dia para dia mais apertado. Lembrar-me-ei do sorriso maravilhado do Pai perante este gratificante bailado. Lembrar-me-ei do ar surpreso das avós, das tias e dos amigos com as suas acrobacias nada tímidas. Finalmente percebo porque só se partilham maravilhas sobre a gravidez... Já ninguém se lembra. Na memória só ficam guardados os bons momentos.


quinta-feira, 27 de junho de 2013

Quando me perguntam se estou nervosa por ser mãe...

Paul and Linda McCartney com as filhas.

Não estou nervosa, nem preocupada, nem ansiosa por saber se vamos dar conta do recado ou não. Ou se serei uma boa mãe ou não. Ninguém sabe. Sei que não vou ser uma mãe perfeita. Sei  que vou errar. Muitas vezes. Sei que vou ter dúvidas. Muitas vezes. Sei que não vou saber o que fazer. Muitas vezes. Sei que não vai ser fácil. E isso tranquiliza-me. Sei que tenho a pessoa perfeita ao meu lado para me acompanhar nesta aventura. E isso tranquiliza-me. Sei que juntos vamos aprender. Sei que juntos vamos ultrapassar as dificuldades. Sei que juntos será mais fácil. Sei que não vamos ser perfeitos. Ninguém é. E isso tranquiliza-me. Sei que vamos sempre fazer o que acharmos que é o melhor para o nosso filho. E isso tranquiliza-me.

  • Coisas interessantes que tenho ouvido sobre maternidade, paternidade, educação e afins: isto e mais isto! Do programa de rádio do Professor Júlio Machado Vaz, O Amor é.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Amamentar ou não, eis a questão?


 by Louis Fleckenstein, c. 1900.


Há algum tempo, a minha prima que vive na terra das oportunidades do outro lado do Atlântico perguntava-me se iria amamentar. Quando lhe disse que gostaria de o fazer deu-me os parabéns. Estranhei, mas depois explicou-me que o “comum” por lá era o oposto e que ficava feliz por Portugal ser um país pro breast feeding. Em conversas com a família e amigos francófonos, fazem-me a mesma questão.
Em Portugal, penso que por educação e orientação, o comum é este tipo de pergunta nem se colocar. O “comum” é amamentar, por isso nem se pergunta. Pelo menos nunca me perguntaram. Eu também nunca me questionei. Vou ser mãe, tenho um peito a aumentar a olhos vistos e conhecendo toda a ciência por trás das virtudes do leite materno nem me parece que isto seja uma questão. Pelo menos para mim. Mas isto sou eu e é o meu corpo. E eu sou senhora e dona do meu corpo. Gostava de amamentar porque quero fazê-lo, porque considero que é o melhor para o meu filho. Não quero amamentar porque algo me obriga a isso ou porque sou forçada a fazê-lo. Ninguém manda no meu corpo. Isso seria uma violação dos meus direitos.
Comecei a pensar sobre isto quando li esta notícia no Público: “O Governo da Venezuela, liderado pelo Presidente Nicolás Maduro, quer tornar a amamentação obrigatória. A proposta de lei que apresentou à Assembleia Nacional e que começa a ser discutida na terça-feira visa incentivar as mulheres a darem o seu leite aos filhos e limita a publicidade a leites para bebés.”
O problema de tudo isto é a palavra obrigatória. Em vez de investirem num programa de educação e consciencialização para a importância do leite materno, obrigam. Apesar de achar que o ideal é amamentar, não posso concordar com o obrigar. É o ideal para mim, mas não tem de o ser para todas. A gravidez, o parto, e a maternidade em geral apesar de um processo natural é uma transformação brutal para o corpo de uma mulher e ninguém tem o direito de obrigar ninguém.
E quem não o fizer vai pagar uma multa ou vai preso?
Quando perguntei à minha prima o porquê de não amamentarem, disse-me que a maioria das amigas não o fazia porque não queria ter de assumir sozinha a responsabilidade da alimentação do bébé. Ou seja, na realidade queriam o apoio dos companheiros. É um argumento como outro qualquer. Vazio, na minha opinião, mas não é obrigando que se mudam mentalidades. É educando para os benefícios e para as virtudes.
Sei que estou a opinar e ainda nem cheguei a essa fase. Não faço ideia de como será. Sei apenas que não queria que ninguém tivesse direito de propriedade sobre o meu corpo, ou sobre a minha liberdade enquanto mãe e enquanto indivíduo.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Lingerie Sexy

Ou então não...

 


Nunca pensei que ser uma "sexy mama" era isto.
Por vezes, confesso que tenho de olhar duas vezes até me lembrar que:
"não, não é a minha avó que está a dormir cá em casa, é mesmo minha!".


Soutien: Women'Secret Matermity, talvez o único sítio com uma linha pré-mamã simples e gira. Cinta de Gravidez: Chicco, depois de algumas dúvidas sobre a utilidade desta coisa confesso que, no meu caso, é um alívio para as costas e sobretudo para o peso no baixo ventre.

sábado, 8 de junho de 2013

Curso de Preparação para o Parto II

Na foto Claudia Schiffer.

Uma das coisas que aprendemos no curso é que em média o trabalho de parto demora 12 horas. Das histórias que ouvi tinha ideia que podia levar muito tempo, mas temos sempre esperança que connosco seja diferente. Um atleta de alta competição leva em média 2 horas e pouco a correr a maratona. Ou seja, o trabalho de parto são várias maratonas. Sendo que, a altura de maior esforço físico é exactamente aquela posterior ao trabalho de parto, ou seja, o parto em si. Eu nunca fiz a meia-maratona, nem mesmo a mini-meia. Estar em boa forma física parece-me fundamental. Por isso, aqui por casa continuamos com a bicicleta diária. Mas como preparar-nos psicologicamente para o endurance mental?

- Enfermeira: E sabem quando devem ir para o Hospital? Quando as vossas contracções tiverem intervalos de 5 minutos, durarem 1 minuto e isto se mantiver durante 1 hora.
- O que eu pensei: E se chegar ao hospital nesse estado ainda posso levar epidural?
- O que outra pré-mamã ao meu lado perguntou: E é a partir desse momento que começam as 12 horas de trabalho de parto?
- Enfermeira: Sim, é só a partir daí.
- O que eu pensei: Aaaaah bom... Tenho mais que tempo para a epidural!
- O que o meu "chérie'zinho" pensou: E quem é que vai com os cães à rua nessas 12 horas?

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Curso de Preparação para o Parto I

Foto roubada do The Glow.

Esta semana tivemos a primeira aula do Curso de Preparação para o dia D. D de DOR. Ou P, de Parto. Passar duas horas a falar sobre o assunto não é coisa que me deixe minimamente entusiasmada, nem é a minha ideia para passar um bom fim de tarde. E a julgar pela quantidade de pontapés que o meu mini-moi me deu, também não está muito convencido ou entusiasmado com a ideia. Se é fundamental o curso? Fundamental não. Anos e anos passaram sem que as pessoas fizessem cursos. Crianças nasceram. Crianças se criaram. Mas se é algo que nos tranquiliza, é. Sem duvida. É uma preparação. É um modo de começarmos a pensar em coisas que ainda nem sequer nos tinham passado pela cabeça. Mais práticas. Menos práticas. Planearmos. É uma forma de ir afastando os medos enquanto vamos desvendando aos poucos o que para aí vem.
O desconhecido é o que me deixa apreensiva com a questão do parto. Não é a dor. É o facto de que por muito informado que se esteja sobre o assunto, ninguém saber como se irá passar. Toda a gente sabe o que é suposto acontecer mas ninguém sabe como será. É o desconhecido. E como é que nos podemos preparar para o desconhecido? Acho que é isso que eu espero aprender. Espero aprender a não temer esse dia, nem aquilo que não sei que se irá passar. Acredito que quanto mais informação tiver mais preparada estarei. E por fim, aceitar o desconhecido. Tranquilamente.

terça-feira, 4 de junho de 2013

26 semanas

Na foto Cindy Crawford.

Percebo que se calhar é melhor levar a minha avó 
ao oftalmologista quando ela me diz:

- A barriga está mais pequenina, não está!?!

As avós sabem sempre fazer-nos sentir bem!

terça-feira, 28 de maio de 2013

Desapareceram...

É verdade... É verdade... Não parecia possível mas aconteceu, os meus grandes pés desapareceram.
Desafio do dia: cortar as unhas dos pés. Tempo total: 15 minutos. E devo ter gasto perto de 500 Kcal.

Foto do iphonezinho!