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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Edward Hopper no Grand Palais

photo by ella

Visitar Paris implica sempre uma visita ás exposições no Grand Palais conhecidas pela maneira exemplar com que são concebidas, pela oportunidade única de ver grandes obras e pelas grandes filas (problema que se resolve ao comprar os bilhetes on-line com hora marcada). Quando lá estivemos em Novembro fomos ver a muito aclamada exposição sobre o Hopper. Edward Hopper. E se o nome não vos diz nada garanto-vos que alguns dos quadros vos irão parecer familiares. Tenho muita pena de estas exposições retrospectiva não chegarem a Portugal. É pena.
Quando falam dos seus quadros falam em solidão, falam em personagens em trânsito entre uma situação e outra, situações banais, comuns... E o que é isso que acontece entre uma coisa e outra? Não será isso a vida? A mim o que me veio à cabeça foi... Deus das pequenas coisas. E eu gosto disso. Gosto dos momentos banais, comuns e ordinários de todos os dias. Estar sozinho não implica solidão. E o que mais gosto nos seus quadros é essa possibilidade de poder inventar uma história.
Mais tarde li um artigo onde o jornalista a propósito dos seus quadro dizia:

Cada um deles é a atomização de uma imagem que faz parte de um filme mais comprido. É isso que cria emoção. Isso e a taciturnidade revelada pela pintura, essa harmonia entre o desenho, a cor, a matéria, a luz, a composição. Um género de poesia onde a banalidade se transcende pela arte. Não há procura do grandioso ou sequer do exótico. Apenas o comum, o familiar, o modesto.
Vítor Belanciano in Público, Novembro 2012



Nighthawks (1942)


Morning Sun (1952)


Room in New York (1932)


Chop Suey (1929)


New york office (1962)

E vocês o que acham?

sábado, 31 de março de 2012

Pessoa revisited

Ou detalhes de um sábado a pé por Lisboa.

Salada e um pastel de massa tenra para o almoço no Frutalmeidas, exposição sobre Pessoa na Gulbenkian, um pão de Deus na Padaria Portuguesa e para finalizar um filme no Campo Pequeno. Happy days!
Aproveito para aconselhar a todos uma visita pela exposição Fernando Pessoa - Plural como o Universo na Fundação Calouste Gulbenkian. Está muito interessante, interactiva, bem estruturada e visualmente estimulante.








Todas as fotos são minhas e da minha Fuji chérie!
ella