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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Primeiro livro do ano



Mauvais Genre, de Chloé Cruchaudet

E que bela maneira de começar o plano de leitura de 2014 com uma graphic novel surripiada à sogra e ainda a cheirar a papel de embrulho. O meu amor por graphic novels não é de hoje, já aqui deixei muitas sugestões. Esta é mais uma história surpreendente baseada em factos verídicos que nos agarra desde o primeiro instante e que depois de consumida fica a ressoar na nossa cabeça durante dias. Não sei explicar, mas há algo que não nos deixa indiferentes. Após ler, o Louis fez o mesmo comentário. É a história de um jovem casal, Paul e Louise, separado pela 1ª guerra mundial e da sobrevivência aos seus fantasmas após a deserção. Enclausurado num quarto de hotel, Paul refugia-se no corpo de uma mulher para poder sair. E assim passam dez anos... O que acontece depois cabe a vocês descobrir. Muito boa a história, e muito bons os desenhos numa escala de cinzentos perfumados aqui e ali por um vermelho intenso.

sábado, 11 de maio de 2013

Na minha mesa de cabeceira

Parece que o tempo nunca nos sobra para ler todos os livros que gostavamos de ler. Nem o tempo, nem por vezes a disposição. Uma das coisas que me dá bastante gozo ler são graphic novels. Desenganem-se aqueles que acham que por serem bd são menos "puxadotas". Nos últimos tempos li as que se seguem e recomendo vivamente.

Foto by ella.

French Milk, by Lucy Knisley
Diário de uma viagem de mãe-e-filha em visita por Paris durante 6 semanas. É um leve e engraçado relato sobre a relação mãe-e-filha e sobre os dramas do ritual de passagem para aquilo que nos dizem que é a vida adulta. Para além de tudo é Paris.

Poulet aux Prunes, by Marjane Satrapi
Um pequeno conto sobre os encontros e desencontros do amor. Para quem o for ler comparando-o com o Persépolis pode ficar desiludido.

Fun Home - Uma tragicomédia familiar, by Alison Bechdel
Uma tragicomédia familiar sobre os segredos de uma família e sobre os mistérios, as histórias e as perguntas que ficam por fazer e contar aos que nos são tão próximos quando partem. Se tivesse que resumir em duas palavras... Luto e identidade.

Algo em comum entre estes livros é que são autobiográficos. Outras das minhas graphic novels preferidas: Persépolis e Cancer Vixen.

sábado, 11 de agosto de 2012

Um livro e um filme VII




You can't change your situation. The only thing that you can change is how you choose to deal with it. (from 50/50)

Depois de andarmos meses à espera do perfect mood para ver o 50/50, que os amigos diziam excelente mas de arrasar qualquer good mood, finalmente ontem foi o dia. E foi excelente. O argumento, os actores, tudo excelente. A abordagem do tema fez-me lembrar um dos meus livros de Bd preferidos, o Cancer Vixen da Marisa Acocella Marchetto. Ambos retratam da mesma maneira directa, sem excesso de sentimentalismo ou "lamechismo" e algum humor  o que é acordar um dia e o nosso mundo desabar quando descobrimos que temos cancro. Se ainda não viram vejam e se ainda não leram leiam. Aconselho vivamente. Excelentes.
ella

sábado, 14 de abril de 2012

Um livro e um filme V


"Listen. I don't like to preach, but here's some advice. You'll meet a lot of jerks in life. If they hurt you, remember it's because they're stupid. Don't react to their cruelty. There's nothing worse than bitterness and revenge. Keep your dignity and be true to yourself. "

Persépolis, de Marjane Sartrapi.



Apesar de não ser novidade e de já ter dado origem a um filme, chega finalmente a versão portuguesa de um dos meus livros preferidos: Persépolis, de Marjane Sartrapi.
Há muito tempo que a minha querida amiga BB* me ofereceu este livro e eu apaixonei-me pela história desta mulher. Esta novela gráfica é um testemunho na primeira pessoa de uma mulher, do seu percurso, dos seus ideais, dos seus sonhos, dos seus medos e receios, de um País, da sua força, mas para mim acima de tudo, do que é ser livre. E a vida é feita de pessoas assim.
Leiam e vejam o filme tenho a certeza de que vão adorar.

ella

terça-feira, 21 de fevereiro de 2006


A vida numa colher (beterraba),
de Miguel Rocha

Recomendo vivamente (à professor Marcelo), para os adeptos do género (e não só), esta BD de Miguel Rocha – autor consagrado e vencedor na categoria de autores nacionais, em 2004, no Festival de BD da Amadora – sobretudo por duas razões: pela técnica invulgar e espectacular que o gajo usa, e também pela história, que é, no mínimo, original e um bocado louca...

Saudações!

Manu